Dia dos Namorados: “Hoje, ganho flores. Amanhã, eu levo soco”

Fotos: Patrícia Fernandes / Thiago Borges Sem flores, sem chocolates, sem “eu te amo”. Na manhã deste Dia dos Namorados (12 de junho), um grupo de mulheres de diferentes bairros do Extremo Sul de São Paulo se reuniu em frente a Subprefeitura de Parelheiros para cobrar ações do poder público no enfrentamento à violência de […]

Nosso Bonde: “Adolescentes são esperança de uma nova perspectiva de gênero”

Elânia Francisca faz parte de nosso bonde

#Matriarcas: Vestindo a camisa contra o machismo, Dona Zilda treinou jovens para a cidadania

Isildinha Alves dos Santos é a personagem do quarto episódio de “Matriarcas”

#18vozes: campanha mostra formas de combater violências sexuais contra crianças e adolescentes

Projeto Sexualidade Aflorada traz 18 vídeos sobre o assunto

#Matriarcas: Mãe de 08 filhos e vó de uma quebrada inteira, Cidona “samba” sobre os perrengues

Conheça a história de Aparecida Maria, a Cidona

#NossoBonde: “Sou otimista por conhecer a nossa força enquanto povo periférico”

Cristiane Rosa é uma mulher negra e periférica do Grajaú na luta em diversas frentes. E, apesar da situação desesperadora, ela vê caminhos para resistência

#Matriarcas: Da vontade de estudar, ela lutou por escolas e virou professora

Conheça a história da professora Maria da Glória

#NossoBonde: “As crianças e jovens vão romper as barreiras das pontes”

Para Dona Eda Luiz, a busca por direitos nas periferias se fortaleceu nos últimos 10 anos. E o CIEJA Campo Limpo, escola pública que ela dirigiu por 20 anos e se tornou modelo de educação, é parte fundamental nesse processo. Extremamente otimista, como ela própria se define, ela acredita na construção de uma cidade mais humana e solidária daqui pra frente

“A caneta é seu troféu”: morre a poeta Tula Pilar

Nesta quinta-feira (11/04), a cultura periférica recebeu a notícia da morte de Tula Pilar. A poeta mineira ganhou reconhecimento nos saraus das quebradas de São Paulo, sempre com um sorriso no rosto. Criada nas casas de famílias abastadas para as quais a mãe trabalhava em Belo Horizonte, Tula também foi empregada doméstica. As histórias de sua vida e de seus antepassados se fazem presentes em seus versos, que ela escreve desde sempre. Agora, a poeta se junta aos seus ancestrais. Tula faleceu aos 49 anos no pronto socorro Dr. Akira, em Taboão da Serra, e deixa três filhos. Confira abaixo um perfil da escritora.

#Matriarcas: Mulheres que cavaram os alicerces para a luta nas quebradas

Adélia Prates, fundadora e primeira presidenta da Associação de Mulheres do Grajaú, é a primeira entrevistada desta série de reportagens

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