Mostra Repórter da Quebrada: Hora de compartilhar!

Jovens do Repórter da Quebrada realizam, neste sábado, Mostra do material produzido após três meses de formação em jornalismo e direitos na periferia.

Lei de cotas não garante trabalho para PCD

A lei de cotas (nº 8.213), que entrou em vigor em 24 de julho de 1991, obrigada empresas com 100 ou mais funcionários a ter de 2% a 5% de pessoas com deficiência no seu quadro de colaboradores. Infelizmente é muito evidente que a maioria das instituições querem pessoas com deficiência (PCD) apenas para cumprirContinue lendo Lei de cotas não garante trabalho para PCD

Imigrantes procuram o Brasil para ganhar dinheiro

A motivação financeira é a principal causa da imigração, em boa parte dos casos. Com bom desempenho econômico, o Brasil é opção para imigrantes de diversas partes do mundo: desde europeus profissionalmente qualificados a africanos e latinoamericanos pobres em busca de melhores condições de vida. Cerca de 700 bolivianos entram diariamente no País para trabalharContinue lendo Imigrantes procuram o Brasil para ganhar dinheiro

Dos terreiros de candomblé às aldeias guaranis, práticas econômicas diferentes do capitalismo

(Foto: Joseh Silva)

Criada com o objetivo de estimular práticas econômicas horizontais e igualitárias, as ações da Secretaria Nacional de Economia Solidária são observadas com atenção pelos povos tradicionais.

Clubes de troca: escambo na prática nas periferias de São Paulo

Esses clubes também influenciaram a criação de bancos comunitários e moedas sociais, que têm o objetivo de fortalecer a economia local de comunidades pobres.

Economia solidária é pautada nas pessoas, não no dinheiro

Usar a camisa que já foi do primo mais velho, trocar algo que não utiliza mais, ajudar a bater laje. A economia solidária faz parte do dia a dia das quebradas.

Quando a cultura negra se projeta no mercado

Pensar em cultura das periferias carece de uma reflexão além do já implícito fator social: a periferia tem uma esmagadora maioria afrodescendente.

Economia é papo de periferia

Foto Vanessa Condomi

O empreendedorismo não é exclusividade do mundo dos negócios ou da juventude que “quer mudar o país” e lota as faculdades de administração.

Nas quebradas, a gente faz moda para se identificar

Foto: Felipe Chaves

1DaSul, Deeanto, Chavo Callejero… Vamos falar de moda. Não de desfiles, de tendências nem coleções. Não é intenção e nem temos arcabouço pra isso.