Matriarcas: Célia Marina resgatou a identidade negra e fez a cabeça de uma quebrada inteira

Texto por Thiago Borges. Idealização, pesquisa e reportagem por Lucimeire Juventino. Roteiro: Thiago Borges. Edição de vídeo por Pedro Ariel Salvador Cabelos soltos, trançados, com dreads, estilizados… A identidade negra está presente nas ruas do Grajaú, o segundo distrito com maior percentual de população negra da cidade de São Paulo (56,8%, de acordo com o […]

Na semana dos Direitos Humanos, Paraisópolis marcha contra o genocídio

Outras atividades abordam questões das mulheres negras e periféricas, violência e prisões sem provas

EDITORIAL: No Baile da DZ7 e todos os dias do ano, o Estado racista persegue, encurrala, pisoteia e mata a gente

Opinião da Periferia em Movimento

Quebra das Ideias: Como sair da política de morte para uma política de vida?

Neste dia da Consciência Negra (20/11), relembramos o tema da segunda edição do programa Quebra das Ideias, em que a Periferia em Movimento abordou a “necropolítica” – quando governantes adotam como prática de Estado matar diretamente ou deixar morrer grupos considerados “indesejáveis”: o povo negro, os povos indígenas, das periferias, a população LGBT.

Marchas por direitos e eventos culturais marcam semana da Consciência Negra

Nos dias 20 e 24 acontecem manifestações. Confira!

Dia de Finados: Por quem choramos?

Localizado na Zona Sul de São Paulo, o Cemitério São Luiz ficou marcado como destino de milhares pessoas que morreram vítimas da violência e violação de direitos na região, principalmente nos anos 1990. O que mudou desde então?

A cura vem do mar

Crítica do espetáculo “Kalunga Grande” feita por Nayla Aauri

Mulheres periféricas lançam manifesto pelo fim da violência de gênero

Uma articulação entre 18 iniciativas lideradas por mulheres periféricas, entre coletivos e organizações, lança nesta quinta-feira (03/10) um manifesto pelo fim da violência de gênero. A Periferia em Movimento também assina a carta.

Matriarcas: Filha do distrito mais negro de SP, Maria Afonso construiu “cidade branca” mas desfrutou pouco

Com 57% de negros entre a população de 146 mil habitantes, Parelheiros é o distrito mais negro da cidade de São Paulo. E aqui, na zona rural paulistana, dona Maria Afonso Garcia passou boa parte da vida morando e trabalhando ainda criança. Em olarias de tijolos, o serviço começava à 01h30 da madrugada e ia até as 18h30. Nos fornos de carvão da região, a jornada era das 06h às 18h.

No 7º dia da morte de Ágatha, movimentos protestam pela vida e contra genocídio negro

Formada por diversas entidades do movimento negro pelo País, a Coalização Negra por Direitos convoca para as 18h desta sexta-feira (27/09), na avenida Paulista, em São Paulo, uma manifestação pelo direito à vida e contra o genocídio negro praticado pelo Estado brasileiro.

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