Nosso Bonde: “A resistência é a nossa possibilidade de superação de tempos tão difíceis”

Regina Lyrio faz parte de Nosso Bonde

#NossoBonde: “Estamos vendo um surto de reação a um avanço que parece não ter mais volta”

Para Alexandre Barbosa Pereira, esses ataques do governo federal são parte de uma reação elitista aos avanços que vivenciamos nos últimos 10 anos.

Cortar na educação é aprofundar desigualdades, diz professor periférico de universidade federal da Zona Leste

O sujeito periférico é o indivíduo nascido e criado em uma periferia e que, a partir do entendimento dessa condição social e influência de ações culturais (do RAP aos saraus), passa a agir politicamente pra mudar sua própria realidade. Isso é o que defende a tese de Tiaraju Pablo D’Andrea, 39 anos, ele mesmo um “sujeito periférico” que agora age contra os cortes do governo de Jair Bolsonaro na educação.

Greve da educação: Como os cortes de Bolsonaro afetam as periferias?

Estudantes e pesquisadores com origens nas bordas da cidade estão na universidade pública com objetivo de devolver o conhecimento obtido para as quebradas. Mas temem pelas medidas do governo Bolsonaro

#NossoBonde: “Que a escola seja o lugar onde aprendamos a conviver, respeitando diferenças e reconhecendo a diversidade”

A professora Solange Amorim dirigiu a EMEF Sócrates Brasileiro, no Campo Limpo, por 10 anos

#Matriarcas: Da vontade de estudar, ela lutou por escolas e virou professora

Conheça a história da professora Maria da Glória

#NossoBonde: “As crianças e jovens vão romper as barreiras das pontes”

Para Dona Eda Luiz, a busca por direitos nas periferias se fortaleceu nos últimos 10 anos. E o CIEJA Campo Limpo, escola pública que ela dirigiu por 20 anos e se tornou modelo de educação, é parte fundamental nesse processo. Extremamente otimista, como ela própria se define, ela acredita na construção de uma cidade mais humana e solidária daqui pra frente

#Sextou: Embaixo de chuva, servidores em greve emparedam Covas

Greve de funcionários públicos da cidade de São Paulo contra a Reforma da Previdência Municipal segue pelo menos até terça-feira (19/02)

São Paulo: Por que servidores municipais estão em greve?

Trabalhadores (principalmente na Educação) cruzam os braços após Prefeitura forçar Reforma da Previdência aprovada na semana entre Natal e Ano Novo

#QueroViver: “Será que as pessoas de onde eu vim conhecem os Direitos Humanos?”

Para Lenne Ferreira, é nítido: mulheres e homens negros, que vivem em periferias, não têm a mesma possibilidade de circulação pela cidade

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