Poema: “Adélia Prates”

Homenagem de Lucimeire Juventino, professora, escritora e idealizadora da série “Matriarcas”

Participe de nossa pesquisa de opinião!

Neste ano em que completamos uma década de atuação, a Periferia em Movimento quer sua participação para produzir conteúdos que sejam realmente importantes e representativos

EDITORIAL: Pés no chão, cabeça erguida e olhos nos olhos

Nossa opinião sobre o resultado das urnas: o louco está por vir! Mas chega de pagar veneno. Queremos fartura de vida. Vamos juntos?

EDITORIAL: Nossa existência é resistência

A opinião do Periferia em Movimento diante do cenário eleitorial: o ódio não espera o resultado das urnas, enquanto a democracia parece cada vez mais distante. Mas estamos de pé!

Artigo: “É nas bordas que a vida pulsa”

Por Mariana Belmont, jornalista e articuladora do projeto “Clima e territórios”

Tranquilo e favorável? Um breve balanço do ano que se encerra

Por ora, vamos fazer uma pausa. Você acompanha aqui nossa retrospectiva. E voltamos logo. Afinal, a luta continua e desistir nunca foi opção

#Memória2016: Contra o oligopólio das comunicações, democratização da mídia na prática

Em 2016, publicamos mais de 60 reportagens, 20 vídeos e 400 notas, além de realizarmos mais de 350 horas de encontros de aprendizagem com mais de 700 pessoas. Saiba como participar em 2017!

Editorial: As periferias, do discurso à prática

Tivemos uma breve reflexão do coletivo Periferia em Movimento sobre o processo eleitoral recente e resolvemos compartilhar: o quanto nossa atuação se conecta de fato com as reais demandas de quem resolveu votar no candidato “não político”, votar em branco, anular ou simplesmente nem colar na seção neste domingo? Nossos sonhos cabem nas urnas?

Papo rápido sobre golpe e democracia

Como falar de golpe à democracia quando os nossos continuam morrendo? De qualquer forma, não admitimos retrocesso. Chega de pagar veneno! Nenhum direito a menos!

EDITORIAL: Brasil racista, máquina mortífera para o povo preto

O Mapa da Violência reforça o que todo mundo sabe: o estado brasileiro extermina negros. Somos medalha de ouro em genocídio. E isso não é considerado escandaloso. Enfim, quem luta por nós? Aqui, o golpe é permanente

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