

Com empreendedorismo e KL Jay no som, Batucada Temperada celebra coletividade no Grajaú
A Periferia em Movimento esteve presente na terceira e última edição do Batucada Temperada, promovido pela Sabores Divinos no dia 24 de agosto. Confira no vídeo!


A Periferia em Movimento esteve presente na terceira e última edição do Batucada Temperada, promovido pela Sabores Divinos no dia 24 de agosto. Confira no vídeo!


De referência para novas gerações à democratização do acesso à arte e cultura, barbearias de quebrada se reinventam e oferecem experiências ‘diferentonas’ a clientes


Da esquerda à extrema direita, planos de governo de candidaturas à Prefeitura paulistana se diferenciam em propostas pouco detalhadas e se assemelham na ampliação de serviços existentes. Confira!


Entre ciclos de desamor e desprazer, encontrar a si mesma de maneira genuína. Para NeneSurreal os 50 anos a presenteou com uma descoberta: Quem ela era no seu íntimo. Esta é a sequência da série que apresenta perfis de mulheres negras a partir da vivência da sexualidade na maturidade.


Depois de boa campanha nos Jogos Olímpicos, País está pronto para ganhar medalhas na competição que começa esta quarta (28/6). Saiba como chegamos, quem acompanhar e as datas de estreia das principais modalidades!


Ativistas e agentes de territórios periféricos conversam sobre o assunto na terceira roda de saberes promovida neste semestre pela Periferia em Movimento sobre temas que atravessam o dia a dia das quebradas


Objetivo do Instituto de Referência Negra Peregum é promover um debate sobre a importância de cidades antirracistas a partir de agendas em educação, clima e desenvolvimento urbano


Na seção “De Lupa na Arte”, Rafael Cristiano resgata documentário lançado em 2015 no Cantinho do Céu. Quase 10 anos depois, obra do Coletivo Transação se mostra atual ao mostrar vivências de quem produz existências mesmo na falta


Segunda roda de saberes da Periferia em Movimento debate o papel da internet na democratização do conhecimento, integrações sociais e geração de novas possibilidades


Com candidaturas 100% brancas na disputa pela Prefeitura paulistana, corrida eleitoral é racialmente mais equilibrada na Câmara. Confira nossa avaliação da representatividade nas eleições municipais


Nesta sexta-feira (16/8), começa oficialmente a corrida eleitoral para disputa nas cidades brasileiras. Entenda o que podem ou não podem fazer as pessoas que vão ocupar prefeituras e câmaras municipais!


A campanha eleitoral começa oficialmente nesta sexta (16/8). Em editorial, Periferia em Movimento explica o que vai nortear nossa cobertura jornalística da disputa em São Paulo


Gênero musical transformou o rumo das quebradas ao abordar a figura masculina, seu papel como agente da violência e responsabilidades


Ativistas e agentes de territórios periféricos conversam sobre o assunto na segunda roda de saberes promovida neste semestre pela Periferia em Movimento sobre temas que atravessam o dia a dia das quebradas


Depois de dois casamentos e alguns filhos criados sozinhos por ela, Maurina Alves honra sua solitude acima de tudo. Embora tenha o desejo de se relacionar com outros homens, ela não abre mão da independência que criou ao longo dos anos. Este é o segundo de uma série de perfis de mulheres negras e a vivência da sexualidade na maturidade


Em primeira roda de saberes da Periferia em Movimento, comunicador do hip hop e fotógrafa da quebrada falam de desafios da área


Acompanhamos um dia de Danilo Silva em sua fantasia de Super Choque durante a quarta edição da Comic Con periférica, que chega à quarta edição


Evento faz parte de ciclo de cinco conversas promovidas pela Periferia em Movimento sobre temas que atravessam o dia a dia dos territórios periféricos


Da timidez dos primeiros toques à tranquilidade da maturidade, Mapy divide com a gente parte da sua trajetória sexual, que foi atravessada pelo autocuidado e autonomia. Esta é o primeiro de uma série de perfis de mulheres negras e a vivência da sexualidade na maturidade


Cultura que ocupa topo das paradas musicais, movimenta economia das quebradas e é produto de exportação ganha data nacional de celebração. Presente no imaginário da quebrada, há mais por vir


Igor Teixeira, b-boy e professor na zona Leste de São Paulo, vai a Paris para discursar sobre modalidade que nasce nas ruas pelo movimento Hip Hop e vira esporte olímpico. Confira na quarta reportagem da série Atletas da Quebrada


Cavalos, vacas, bois, cabras e até porcos podem ser encontrados vagando por ruas, praças e terrenos em periferias de São Paulo. Abandonados ou criados sem o devido cuidado, eles podem ser encaminhados à Prefeitura. Entenda!


Fotorreportagem percorre 4 bairros do Extremo Sul de São Paulo para registrar presença de crianças em brincadeiras novas ou tradicionais da quebrada. Confira!


Com trajetória de 10 anos no Jardim Romano, Coletivo Acuenda é responsável por troca de afetos e celebração de diversidade na periferia paulistana. Confira a reportagem fotográfica


Organizado pela Cia Teatral Enchendo Laje & Soltando Pipa, “Grajaú é a cidade” resgata trajetória de 5 mulheres lideranças de território no Extremo Sul de São Paulo. Confira a crítica de Rafael Cristiano na seção De Lupa na Arte


Brasil tem 60 mil parteiras tradicionais que assistem a 450 mil partos por ano. Saber ancestral, que amplia vínculos familiares e comunitários, requer atenção própria


Circundada pela fé e tradição mantidas pela comunidade, festejo celebra a memória e a incidência da população negra na zona Leste de São Paulo. Confira a reportagem fotográfica!


Há quase 2 décadas, as guarulhenses Júlia e Juliana Reis expressam audácia em movimentos acrobáticos. Modalidade, que ainda não é olímpica, tem mais dificuldades de conseguir financiamento. Confira no terceiro perfil de atletas da quebrada que publicamos neste ano de Olimpíada!


Uma linha de terra no chão abre espaço em que corpos negros contornam a raça com tons poéticos. Confira a crítica de Rafael Cristiano sobre “Migalho”


Apelidado com nome de ídolos do futebol, Danilo Rodrigues desiste da carreira profissional e se realiza em times de bairros periféricos da zona Norte de São Paulo. Confira no segundo perfil de atletas da quebrada que publicamos neste ano de Olimpíada!


Fazer algo que garanta um salário estável e ficar horas no trânsito, investir a energia em um negócio sem garantia de sucesso ou criar alternativas quando o mercado não abre portas? Confira a reportagem em vídeo que fecha a série “Trampo é Trampo”


Distante dos museus convencionais, grupos periféricos resgatam trajetórias de movimentos, personalidades, greves e ações por direitos nos extremos da cidade


Conversas difíceis fazem a diferença para proteger o público infantojuvenil de violências sexuais. Para marcar o dia 18 de maio, trouxemos a literatura como aliada nesse momento


A taxa de desemprego caiu para 7,9% nos primeiros meses do ano, com 38 milhões de pessoas com carteira assinada no setor privado. Apesar disso, a maior parte dos empregos com CLT da ponte para cá se concentram em áreas que pagam salários menores. A gente mostra o cenário na terceira reportagem fotográfica da série “Trampo é Trampo”


Idealizado por moradora do Sítio Botuquara, na região Noroeste, “Com quantas barreiras se constrói um território?” mostra particularidades e semelhanças de dificuldades do bairro com outras periferias


Trabalho informal concentra 39 milhões de pessoas no Brasil, que tem 15 milhões de pessoas com cadastro de MEI. Sem postos de trabalho com registro em carteira, periferias lideram ranking do empreendedorismo – ou seria o autoemprego? Confira na segunda reportagem fotográfica da série “Trampo é Trampo”


Postos de trabalho estão concentrados na Prefeitura, que nos últimos anos tem optado pela terceirização dos serviços em vez da contratação direta por meio de concursos que garantem estabilidade. Confira na primeira reportagem fotográfica da série “Trampo é Trampo”


Enquanto parlamentares passam projetos para prender mais e endurecer penas, ativistas apontam obstáculos para atividades que diminuem tempo no cárcere


Nesta reportagem fotográfica, adentramos o universo de 3 jovens de periferias da Grande São Paulo em uma cena cultural que é fundamental na metrópole


“De onde me vim nunca me fui”, da poeta e professora Michele Santos, tem prefácio de Maria Vilani, outra referência no bairro. Confira na crítica de Rafael Cristiano, a primeira de 2024 da seção De Lupa na Arte, neste Dia Mundial do Livro