Texto: Thiago Borges. Arte: Rafael Cristiano

Depois do primeiro ano de pandemia, entramos em 2021 na incerteza se poderíamos criar esperanças. 

E janeiro deste ano foi terrível por presenciarmos cenas como as de Manaus, com hospitais cheios, pessoas sufocadas por falta de oxigênio e a disseminação de uma nova cepa do coronavírus. Os meses seguintes seriam tenebrosos, muito piores do que os que vivenciamos no ano anterior e com menos disposição geral para seguir com as medidas de prevenção. Somamos mais de 600 mil pessoas mortas pela covid-19, fora aquelas que desenvolveram sequelas físicas e emocionais

Por outro lado, a vacina chegou apesar dos esforços contrários do governo federal liderado por Jair Bolsonaro, atual ocupante da cadeira de Presidente da República. Contra as fake news e o negacionismo, que insistiam em empurrar cloroquina e outros remédios ineficazes, a vacinação finalmente avançou. Mais tarde, durante a CPI da pandemia, ficaríamos sabendo que não se tratava apenas de uma ideologia, mas da velha sanha por lucros. 

Hoje, a incerteza ainda segue presente com o surgimento de novas variantes. Mas, com boa parte da população vacinada, já é possível alimentar alguma esperança em tempos menos nebulosos. 

E neste último ano, a Periferia em Movimento falou de covid-19, vacina, saúde mental e outros aspectos relacionados ao cuidado e bem estar na perspectiva de quem tá na quebrada. Relembre:

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