Massacre no Baile da DZ7: 2 anos depois, familiares protestam e vídeos analisam ação policial

No dia 1 de dezembro de 2019, PM paulista chegou de surpresa ao baile e causou a morte de 9 jovens

Mesmo com pandemia, assassinatos voltam a crescer no Brasil

Jovens negros do gênero masculino são maioria entre vítimas. Casos de feminicídio e violência contra crianças, adolescentes e pessoas LGBTQIA+ também sobem

Saturação em Paraisópolis: Quando a população paga a conta

Residentes da maior favela de São Paulo denunciam repressão policial após casos de grande repercussão midiática

Coronavírus vira nova justificativa para violência policial nas periferias, alertam militantes

Reportagem de Laís Diogo e Thiago Borges Na semana santa, o jovem F. largou a quarentena e foi pedalar com amigos em uma praça do Grajaú, no Extremo Sul de São Paulo. Naquela noite, eles tomavam açaí enquanto outras pessoas bebiam e alguns meninos davam grau de bike. Até que a Polícia Militar chegou atacando …

EDITORIAL: No Baile da DZ7 e todos os dias do ano, o Estado racista persegue, encurrala, pisoteia e mata a gente

Opinião da Periferia em Movimento

Em 2017, a PM enquadrou 2,5 mil pessoas por dia. Mas será que é isso mesmo?

Dados obtidos pelo Periferia em Movimento por meio da Lei de Acesso à Informação mostram redução de abordagens em comparação a 2015; especialistas e militantes contestam metodologia da Polícia

Escambos periféricos: do Extremo Sul de SP ao Complexo do Alemão, no Rio

Em agosto de 2017, o Periferia em Movimento colou em favelas cariocas pra trocar uma ideia sobre comunicação, periferias e garantia de direitos com coletivos de lá

Enquadro: o que a Polícia pode ou não pode fazer?

Mãos pra trás, cabeça baixa, tem passagem, mexe com droga, sim senhor, não senhor, circulando… Expressões comuns numa abordagem, e que os entrevistados repetiram. Isso quando não rola assédio, agressão ou até ameaça. Apesar de comuns, tais atitudes não podem ser naturalizadas

“Foi o ‘Neguinho'”: Jovem é tirado da cama por PMs e preso por crime que não cometeu

Diego, um jovem de 23 anos que mora no Capão Redondo e estuda no CIEJA Campo Limpo, acaba de entrar para as estatísticas da seletiva justiça verde e amarela

Foi massacre, sim: ato relembra 24 anos de ataque do Estado no Carandiru

No dia 02 de outubro de 1992, mais de policiais invadiram a penitenciária e mataram 111 homens desarmados e rendidos.

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