Mães de Maio denunciam 15 anos sem justiça após crimes cometidos pelo Estado de SP

Em 2006, mais de 500 pessoas foram mortas por agentes do governo paulista. Mães de Maio denunciam falta de resposta em série de atividades

Alexssandro, Erik e Kelvin: Amigos de infância tiravam um lazer e acabaram presos sem provas

Jovens utilizavam quadra de escola no Capão Redondo quando foram surpreendidos pela PM em uma perseguição e acabaram indiciados por um crime que não cometeram. Familiares e amigos lutam por liberdade e para provar a inocência dos rapazes

Forjado: Corrida com a cachorra, investimentos na Bolsa e outros sonhos interrompidos de um jovem negro da periferia

Há 30 dias, Gabriel Apolinário foi preso em flagrante pela PM no Jardim São Luís acusado de tráfico de drogas. A família luta pra provar sua inocência

Coronavírus vira nova justificativa para violência policial nas periferias, alertam militantes

Reportagem de Laís Diogo e Thiago Borges Na semana santa, o jovem F. largou a quarentena e foi pedalar com amigos em uma praça do Grajaú, no Extremo Sul de São Paulo. Naquela noite, eles tomavam açaí enquanto outras pessoas bebiam e alguns meninos davam grau de bike. Até que a Polícia Militar chegou atacando …

Na semana dos Direitos Humanos, Paraisópolis marcha contra o genocídio

Outras atividades abordam questões das mulheres negras e periféricas, violência e prisões sem provas

EDITORIAL: No Baile da DZ7 e todos os dias do ano, o Estado racista persegue, encurrala, pisoteia e mata a gente

Opinião da Periferia em Movimento

No 7º dia da morte de Ágatha, movimentos protestam pela vida e contra genocídio negro

Formada por diversas entidades do movimento negro pelo País, a Coalização Negra por Direitos convoca para as 18h desta sexta-feira (27/09), na avenida Paulista, em São Paulo, uma manifestação pelo direito à vida e contra o genocídio negro praticado pelo Estado brasileiro.

Em 2017, a PM enquadrou 2,5 mil pessoas por dia. Mas será que é isso mesmo?

Dados obtidos pelo Periferia em Movimento por meio da Lei de Acesso à Informação mostram redução de abordagens em comparação a 2015; especialistas e militantes contestam metodologia da Polícia

Enquadro: o que a Polícia pode ou não pode fazer?

Mãos pra trás, cabeça baixa, tem passagem, mexe com droga, sim senhor, não senhor, circulando… Expressões comuns numa abordagem, e que os entrevistados repetiram. Isso quando não rola assédio, agressão ou até ameaça. Apesar de comuns, tais atitudes não podem ser naturalizadas

“Foi o ‘Neguinho'”: Jovem é tirado da cama por PMs e preso por crime que não cometeu

Diego, um jovem de 23 anos que mora no Capão Redondo e estuda no CIEJA Campo Limpo, acaba de entrar para as estatísticas da seletiva justiça verde e amarela

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