#Memória2015: O clima esquentou – e as consequências chegam primeiro na quebrada

O Extremo Sul é uma grande área de proteção ambiental esquecida pelo governo. Aqui, o descaso visto na tragédia da Samarco acontece todo o dia, enquanto “a Sabesp ta jogando merda na Billings”

“Abraço à Guarapiranga” denuncia a mercantilização da água

Domingo, dia 31 de maio: Com a crise de abastecimento, em sua décima edição o ato tem como tema “Água é um direito humano. Não se vende, se defende!”.

Nesta sexta, entidades e movimentos sociais realizam ato de luta pela água

Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento

Coletivo de Luta pela Água defende direito a água de boa qualidade e em quantidade suficiente, sem racionamento e sem rodízio.

“A Sabesp tá jogando merda na Billings”, denuncia morador

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

Pegamos carona no barco do Seu João para ver de perto o esgoto que a Sabesp cobra para coletar, mas despeja sem tratamento na represa Billings

Do lado da represa, mas sem água na torneira

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

Apesar do Extremo Sul abrigar nascentes, rios e grandes reservatórios, moradores da região sofrem até cinco dias sem abastecimento

“Nunca tivemos água da Sabesp”

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

Sem água encanada, quem vive em bairros como Ilha do Bororé ou Barragem depende de poços, bicas e nascentes. Porém, essas alternativas também estão sob ameaça

Ainda existe água em SP. Como preservar?

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

São Paulo tem mais de 300 rios – a maioria, encobertos. Mas no Extremo Sul tem rio limpo e até cachoeira. O desafio é manter os mananciais em meio à urbanização.