Foto em destaque: Ocupação Jardim da União, no Extremo Sul de São Paulo, que recebe doações

Enquanto governo federal e governos estaduais e municipais travam batalhas em torno das medidas para evitar o impacto do coronavírus na vida da população e o pagamento da renda básica emergencial não acontece, nas periferias, favelas e aldeias a mobilização já acontece.

Na base do “nós por nós”, a boa e velha solidariedade, campanhas apoiam catadores de recicláveis, artesãs, camelôs, pessoas trans e autônomos das periferias; e mapeiam pontos para receber mantimentos e articulam apoio de empresas.

A Periferia em Movimento identificou 22 iniciativas. A lista segue sendo atualizada. Se você tem sugestões de outras campanhas, envie por whatsapp (11) 957816636.

Saiba mais sobre cada uma e de que forma você pode contribuir:

1. Para amparar mulheres em situação de risco

A Escola Feminista Abia Yala criou uma rede de apoio a mulheres periféricas, ajudando inclusive com pagamento de contas e compra de alimentos e remédios. Para fortalecer e ampliar as ações dessa rede, diante de uma situação que expõe ainda mais as mulheres a situações de violência, o grupo lançou uma vaquinha na internet para garantir condições mínimas de sobrevivência. Clique aqui para ajudar.

2. Para apoiar os povos indígenas

Com cerca de 200 aldeias dos povos guarani, tupi, kaingang, terena, krenak e tupiniquim, maxakali, xakriabá e xukuru-kariri, além de indígenas em situação urbana, a população indígena da região Sudeste não tem total autonomia para plantar e se alimentar só com os recursos da terra. E, diante da pandemia de coronavírus, os grupos sofrem risco real de sobrevivência. Por isso, pedem apoio com doações de itens básicos de alimentação e higiene para continuarem em isolamento social nas aldeias.

As doações podem ser feitas via transferência bancária para a Comissão Guarani Yvyrupa (CNPJ: 21.860.239/0001-01, Banco do Brasil, agência 3560-2, conta corrente 25106-2). Para conferir os pontos de coleta em toda a região, clique aqui.

(Foto: participantes da oficina de jornalismo)
Aldeia guarani Tenondé Porã, em Parelheiros (Extremo Sul de SP)

3. Para ajudar 750 famílias de catadores de recicláveis

Cerca de 30 cooperativas de reciclagem de São Paulo se juntaram em uma campanha para arrecadar recursos e doar cestas básicas às mais de 750 famílias de catadores e catadoras atingidas pela pandemia de coronavírus – que reflete diretamente no trabalho das organizações.

Você pode doar à campanha clicando aqui.

O Comitê de Catadores lembra que o vírus resiste a superfícies como plástico e aço, diretamente manuseados por catadores, acendendo um sinal de alerta para o risco de contaminação. “Para proteger nossa categoria e paralisar o recebimento de materiais possivelmente contaminados por algum tempo, precisamos de ajuda para garantir a segurança alimentar de nossas famílias”, diz po comunicado.

Participam da campanha a Cooperpac (Grajaú), Cooperação (Vila Leopoldina), Coopere (Bom Retiro), Cooper Vivabem (Barra Funda), Fênix Ágape (São Miguel Paulista), Cooperleste e Casa do Catador (São Mateus), Cooper Glicério e Nova Glicério (Baixada do Glicério), Coopamare (Pinheiros), Coopercral (Parelheiros), Reciclacity (Jaraguá), Vitoria do Belém (Belenzinho), Sempre Verde (Americanópolis), Mofarrej (Lapa), Filadelphia e Coreji (Jardim Ipanema), Chico Mendes (Jardim Rodolfo Pirani), Acama e Arts Recicla Sul (Campo Limpo), Cooper 25 (Centro), Luz Divina (Cambuci), Caminho Certo (Vila Nova Curuçá), Coop São José Alpino (Zona Sul), Acrep (Santo Amaro), Coop Preservação (Rio Pequeno), Clube Mães do Brasil (Pari), Nova Esperança (Morro Grande), Amantes da Natureza (Jaçanã) e Cata Engenho (Engenho Velho).

4. Para auxiliar a população de rua da Zona Sul de São Paulo

O Instituto Mosaico está com uma vaquinha na internet para comprar álcool em gel, sabão e itens de higiene – itens pouco acessíveis a população em situação de rua, que chegou a 24 mil pessoas no ano passado, segundo a Prefeitura de São Paulo.

As doações serão destinadas à população em situação de rua na periferia da zona sul de São Paulo, diretamente em locais de convívio e Centros de Acolhida da Secretaria de Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social dos distritos de Jabaquara, Santo Amaro, Campo Limpo, Capão Redondo e região de M’boi Mirim. Clique aqui para doar.

5. Para distribuir marmitas

Com um trabalho no ramo da alimentação, Elaine Aloha e o rapper Mano Moneys lançaram uma campanha para arrecadar fundos pra produzir e distribuir marmitas em comunidades do Grajaú. Atualmente, a dupla distribui quentinhas na comunidade Suvaco da Cobra com apoio de centros comunitários.

O preço de custo é de R$ 11,00 por unidade e a estrutura da cozinha permite ampliar a produção para 100 marmitas por dia. Clique aqui para contribuir.

6. Para produzir máscaras pra trabalhadores fora da quarentena

A marca de roupas periférica Mile.lab lançou uma campanha para produzir máscaras de proteção contra coronavírus nas quebradas. O objetivo é arrecadar uma quantia que vai custear a compra de materiais como tecidos de tricoline, elástico, linhas, embalagens e impressão de manual de uso e cuidados. As máscaras confeccionadas serão doadas a trabalhadores do Extremo Sul de São Paulo que não podem ficar de quarentena, como caixas de supermercados, motoristas de transporte público, operadores de telemarketing, etc.

“Fazendo o uso das máscaras de tecidos que são reutilizáveis, aumentam as chances das máscaras descartáveis chegarem a quem precisa com urgência, como agentes de saúde e pessoas contaminadas”, diz a campanha. Clique aqui para contribuir.

7. Para contribuir com famílias do Jardim Ângela

Com diversos serviços assistenciais, a Sociedade Santos Mártires se mobiliza para auxiliar famílias no Jardim Ângela, Extremo Sul de São Paulo. A organização está arrecadando cestas básicas, materiais de higiene e limpeza em 02 pontos: na paróquia Santos Mártires, que fica na rua Luís Baldinato, 09, no Jardim Ângela (telefone 11 58313053); e no Centro São José, na Estrada da Riveira, 4624 (telefone 11 975352181). A organização também recebe transferências bancárias (Banco Bradesco, agência 2744, CC 9545-1, CNPJ 60731569/0001-59). Envie o comprovante para [email protected].

8. Por famílias da Ilha do Bororé

Diante da pandemia, a Associação dos Moradores da Ilha do Bororé (AMIB) tem recebido pedidos de socorro de famílias desse bairro no Extremo Sul de São Paulo. A organização está buscando colaboração para arrecadar cestas básicas e produtos de higiene e limpeza.

Os itens podem ser entregues pessoalmente, de segunda a sábado, das 10h ao meio-dia na sede da AMIB )Estrada de Itaquaquecetuba, 7142). Mais informações, fale com Anatália (11 941898683).

Balsa da Ilha do Bororé

9. Para ajudar famílias do Grajaú

A rede de organizações locais Grajaú Faz Assim está arrecadando alimentos e materiais de higiene e limpeza, além de dinheiro para montar cestas, para auxiliar pelo menos 300 famílias do Grajaú, no Extremo Sul da capital paulista. Com apoio das UBS Jardim Eliana e Anchieta, do Instituto Anchieta, do CAPSArtes e da UniGraja, o grupo está mapeando pessoas com maior necessidade de ajuda.

As doações em dinheiro podem ser feitas on-line clicando aqui. Interessados também podem levar donativos presencialmente às segundas, quartas e sextas-feiras, das 10h às 15h, no Instituto Anchieta do Grajaú, que fica na rua Alziro Pinheiro de Magalhães, 578 – Parque São Miguel.

10. Por famílias de Ermelino Matarazzo

A Ocupação Cultural Mateus Santos e o Movimento Cultural de Ermelino Matarazzo, na Zona Leste, estão arrecadando mantimentos e produtos de limpeza para doar a famílias da região. Para saber aonde entregar entre em contato pelos telefones 11 973360808 (em Ermelino Matarazzo) ou 11 976336982 (na Penha). Para transferência bancária, fale pelo número 11 972041464.

Ocupação Cultural Mateus Santos

11. Por famílias do Capão Redondo

Outro projeto que lançou vaquinha on-line é a NAVE – Núcleo de Acolhimento e Valorização da Educação, que está pedindo doações para ajudar as famílias atendidas pelo projeto. A organização apoia crianças no Capão Redondo, Zona Sul de São Paulo, e quer contribuir com cestas básicas de R$ 50 para famílias em situação de vulnerabilidade.

Acesse aqui para doar. Em caso de dúvidas, entre em contato com Guilherme Kodja (13 997832508).

12. Por famílias da Vila Fundão

Também no Capão Redondo, a União Juventude Socialista (UJS) está cadastrando famílias que precisam de ajuda e arrecadando alimentos, produtos de limpeza, álcool em gel e máscaras para quem mora na Favela da Vila Fundão.

As doações podem ser feitas com transferências para a conta da União da Juventude Socialista (Banco do Brasil, agência 3324-3, CC 32595-3, CNPJ 55942809/0001-24)

13. Pelas artesãs da Zona Leste

Com a pandemia de coronavírus, quem vive de feiras de artesanato em espaços públicos fica sem saída. É o caso do Coletivo Meninas Mahin, da Zona Leste de São Paulo. Formada por mais de 70 empreendedoras que produzem artigos feitos à mão, como bolsas, vestidos, bijuterias entre outros, a organização se juntou à Aupa, ao Emperifa à B2B para ajudar as integrantes a superar esse momento.

A quantidade e os valores serão distribuídos após a curadoria das duas coordenadoras, Ednusa Ribeiro e Susanne Sassaki que irão transferir a quantia em razão de critérios de necessidade de cada uma. O objetivo é que ao menos 10 mulheres sejam beneficiadas. Clique aqui para contribuir.

14. No apoio a trabalhadores autônomos em risco social

O Sarau do Binho e o Bloco do Beco, duas coletividades com grande penetração na Zona Sul de São Paulo, se juntaram ao Coletivo IFE, à Coletiva Luar e ao Coletivo Passo à Frente para mobilizar recursos para apoiar profissionais autônomos em situação de vulnerabilidade social, que ficaram sem renda em meio à pandemia.

O fundo já atingiu direta e indiretamente 200 pessoas. Os repasses estão sendo feitos diariamente com base na arrecadação do dia e no mapeamento das pessoas necessitadas, que está sendo realizado através de levantamento e triagem realizada por coletivos e levando-se em conta uma análise socioeconômica.

O grupo já arrecadou R$ 34.000. Contribua aqui.

15. Pela vida das pessoas trans

Como parte de uma população que já é extremamente vulnerável, as pessoas transgênero, transexuais e travestis correm mais um sério risco com a pandemia de coronavírus. Muitos estão desempregados e outros sobrevivem de trabalhos artísticos, prestação de serviços em eventos e para uma grande parte a opção é a prostituição.

Com atendimento à população trans em São Paulo, desde 2019 a Casa Chama fez 344 ações protagonizadas por essas pessoas, atendimentos de saúde, projetos culturais e assistência jurídica, atingindo mais de 4.000 pessoas. Atualmente, 50 pessoas trans são assistidas de forma presencial pela organização e 200 são acompanhadas à distância – 85% estão em situação de profunda vulnerabilidade social.

Com a campanha on-line, o objetivo da Casa Chama é enviar cestas básicas para alimentação, produtos de higiene pessoal e limpeza, além de frascos de álcool em gel, medicamentos e máscaras protetoras para essas pessoas atravessarem a quarentena com o mínimo de necessidades básicas.

Clique aqui para contribuir. Em caso de dúvidas, entre em contato: [email protected]

16. Pela sobrevivência dos camelôs

Outra ação emergencial parte em defesa da subsistência de camelôs diante da crise da covid-19: é a vaquinha on-line da União Nacional de Trabalhadoras/es Camelôs, Ambulantes e Feirantes do Brasil – UNICAB, que visa atender trabalhadores da economia informal. “Nós ambulantes, seguimos expostos/as ao contágio trabalhando nas ruas porque não podemos parar, já que dependemos da venda do dia para comer de noite”, diz a nota

Além de reivindicar atenção dos governos, a campanha cria um fundo que será usado para cestas básicas, medicamentos outros gastos emergenciais. Clique aqui para contribuir.

Uneafro mantém 31 polos de educação popular

17. Contra o genocídio nas quebradas

Presente em 31 bairros de São Paulo e Rio de Janeiro, a rede de cursinhos populares Uneafro vai utilizar seus núcleos de educação popular para dar apoio a famílias que dependem do trabalho informal ou estão desempregadas.

Doe aqui.

A organização está mapeando as famílias que mais precisam e, com a arrecadação de doações em dinheiro, vai viabilizar produtos de higiene.

“Vamos enfrentar o genocídio negro que nos ameaça também através da covid-19”, diz a Uneafro, que na primeira etapa da campanha arrecadou R$ 50.000 e, agora, busca captar R$ 270.000.

A meta agora é atender famílias negras e periféricas por meio da Rede UBUNTU, Movimento Sem Teto do Centro (MSTC), AMPARAR, Ong Herdeiros Humanísticos, Batalha do Paraisópolis e Comunidade Evangélica Voz que Prega no Deserto (Heliópolis).

18. Para quem quer doar sem sair de casa

O Centro de Obras Sociais Nossa Senhora da Graça, na Capela do Socorro, retira doações de alimentos não perecíveis e produtos de higiene e limpeza na casa das pessoas para destinar a famílias atendidas pela organização. A coleta é feita em toda a Zona Sul de São Paulo. Ligue para mais informações: 11 58376448. Interessados também podem contribuir financeiramente com transferência bancária (Banco do Brasil, agência 3561-0, CC 41514-6, CNPJ 02970204/0001-80).

19. Em apoio às famílias do Jardim São Luís

Com atuação na região do Jardim São Luís (Zona Sul de São Paulo), a Fundação Julita está mapeando 200 famílias atendidas por seus serviços que estão em situação de maior vulnerabilidade para doar cestas básicas semanalmente. “Uma das formas de combate ao Coronavírus é fortalecendo o sistema imunológico e a alimentação é essencial para isso”, diz o comunicado.

Para evitar a circulação de pessoas, a Fundação Julita pede que a doação seja feita em depósito na conta bancária (após o depósito, o comprovante pode ser enviado para [email protected]): Banco Itaú (ag. 0738, CC 40458-1), em nome da Fundação Julita (CNPJ 62.805.759/0001-07).

20. Quero receber e distribuir doações

Formada pela Frente Favela Brasil, Periferia é o Centro e Rede Geração Soliária, a “Rede de Apoio Humanitário para as Periferias” pretende amparar famílias favelas e periféricas que não encontram suporte institucional para seguirem com dignidade diante da crise causada pelo coronavírus.

Para isso, a rede está mapeando sedes de coletivos culturais, cursinhos pré-vestibulares, movimentos sociais, associações de moradores, casas de axé, igrejas e ONGs com o a intenção de receber alimentos, produtos de higiene e limpeza e redistribuírem em suas localidades.

Preencha o formulário aqui se você quer ser um polo de doação. Já são mais de 50 pontos mapeados.

“Assim como em outros períodos da história, nosso senso comunitário será decisivo para resistirmos a essa crise”, dizem.

22. Para ajudar a Casa do Zezinho

Com 26 anos de atuação no Capão Redondo, a Casa do Zezinho atende mais de 1.300 crianças, jovens e famílias com educação, alimentação e assistência social, jurídica e de saúde.

Como a organização depende muito de eventos para arrecadação de fundos e todos estão cancelados até a situação se normalizar, a organização aposta em uma campanha on-line para conseguir destinar kits com álcool em gel, sabonetes e alimentos para a comunidade. Clique aqui e doe a partir de R$ 10.

A Periferia em Movimento identificou 11 iniciativas para apoiar!
Jardim da União, ocupação no Extremo Sul de São Paulo, tem plano próprio de urbanização

22. Em benefício das ocupações por moradia

O movimento Luta Popular lançou uma campanha de solidariedade para ocupações, favelas e comunidades periféricas. “As medidas propostas pelos governos não são capazes de impedir o aumento da miséria, do caos, das mortes de pessoas pobres e trabalhadoras, pois nenhuma delas é pra fazer de verdade o que precisa ser feito que é parar tudo para conter o vírus”, diz o movimento.

Para garantir condições de saúde, alimentação e moradia para os mais pobres, o Luta Popular está arrecadando alimentos não perecíveis, água sanitária, desinfetante, sabão, álcool em gel, papel higiênico, máscaras, entre outros itens.

As doações podem ser feitas diretamente nas ocupações (veja lista de endereços abaixo) ou com depósito em conta bancária (envie o comprovante por e-mail: [email protected]) para Banco do Brasil Agência 4752-X; CC: 17850-0), em nome de Daniela Almeida Embon (CPF 318.051.508-20)

VEJA ONDE VOCÊ PODE AJUDAR LEVANDO A SUA DOAÇÃO:

SÃO PAULO – REGIÃO METROPOLITANA

  • Ocupação Esperança – Osasco: Barracão da Ocupação – Estrada da Alpina, s/n (KM 17 da Anhanguera). Contatos: Maura (11 96206-5519) – Mara (11 98595-2482)
  • Ocupação dos Queixadas – Cajamar: Rua Borá, 01 (Panorama). Contatos: Jesus (11 95435-7746) – Nanazinha (11 97157-4371)
  • Ocupação Jardim União – Zona Sul/Grajaú-Varginha: Sede do Luta Popular – Rua AntonioBurlini, 1000 (Varginha). Contatos: Suelen (11 98505-0756) – Ivone (11 98606-8957)
  • Ocupação Pinheiral – Zona Sul/Jardim Ângela: Final da Rua Antônio Victor de Oliveira – Casa da Rosa e Robson. Contatos: Rosineide (11 98828-9777)
  • Favela do Olaria: Zona Sul/Pq. Rebouças/Vila Nossa Senhora Aparecida – Rua Taboas, nº 25 b, Sede da Associação de Moradores. Contato: Regina (11 94745-5212)
  • Favela do Canão – Zona Sul/Pq. Sto. Antônio/Campo Limpo: Casa do Batista – Avenida Antônio Agostinho Rubin, altura 58 (córrego dos Freitas). Contato: Batista (11 94828-6127)

SÃO PAULO – INTERIOR

  • Ocupação Coração Valente – Jacareí: Estrada Municipal do Bom Jesus, 415 Bandeira Branca 2. Contatos: Elisângela (12 98873-3458)
  • Ocupação da Vila Itália – São José do Rio Preto: Rua Santina Figliagi Ceccato, 31 Vila Itália. Contato: Benvindo (17 98835-4276)

MINAS GERAIS

  • Ocupação Professor Fabio Alves – Rua José Tavares Filho, 30, Marilândia / Ibirité. Contatos: Flávia (31 9284-1841) e Vanessa (31 8664-5440)

PERNAMBUCO

  • Associação de Moradores Novo Horizonte Resiste – Rua Juriti, 132 –A, Barra de Jangada, Jaboatão dos Guararapes. Contato: Dayse: (81) 9627-8663

AMAZONAS

  • Comunidade do Grande Vitória – Rua Triciuma, 288. Contato: Arlete (92) 99468-7629

PIAUÍ

  • Ocupação Dandara dos Cocais – Rua 1, Quadra 3, Casa 22 (casa da Marlene). Contato: Marlene (86) 99468-4374

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