Combater o genocídio da população jovem, pobre, negra e periférica é reagir à estrutura social em que crescemos. E para isso, é preciso conhecer e entender suas bases.

A educação é aliada no combate e a revolução está vindo a partir das rodas de discussões, da dor dos enterros dos jovens negros, da instatisfação com a mídia que só mostra o sangue das periferias sem falar do Estado genocida.

O genocídio tem suas raízes bem fundas, e nosso trabalho é tirá-las da terra, escancará-las. Em 2015, a luta contra o genocídio tomou força de diversas formas.  Relembre algumas delas a seguir:

 

 

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