Ocupações do Extremo Sul de São Paulo resistem a partir da união

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Periferia em Movimento

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O que você conhece das ocupações por moradia? Os Repórteres da Quebrada trazem no vídeo o que encontraram nas ocupações do Extremo Sul de São Paulo

Reportagem de Levi Silva e Ítalo Silva
O que você conhece das ocupações por moradia? Sempre vemos na Televisão o momento em que a polícia invade o terreno com violência e as máquinas já estão lá fazendo o ‘serviço’ de Reintegração de Posse, à mando da Prefeitura. Mas o que vem antes? Às vezes a gente vê e não se pergunta por que é que tem gente vivendo ali, e como vivem.
No começo do ano, conhecemos a Ocupação do Aristocrata, no Grajaú. Contamos em uma reportagem que mais de 300 famílias estavam prestes a serem despejadas de suas casas. Com a pressão de movimentos sociais e do jornalismo periférico, moradores unidos conseguiram adiar a reintegração em 60 dias. Foi lindo, e depois disso, nós lemos os comentários. Tinha muita gente a favor e muita contra, normal, né? Mas será que todo mundo ali comentando que “os invasores são vagabundos, têm que trabalhar, não pagam impostos” conhecem as ocupações?
Nós relemos os comentários e agora voltamos para falar do assunto. Afinal, a informação sempre é feita de trocas de informações. Em uma reunião de pauta com os Repórteres da Quebrada, decidimos conhecer outras ocupações por moradia. Aqui vai o resultado:


 
O vídeo mostra a realidade de duas ocupações: Jardim da União (próximo ao Terminal Varginha, com mais de 5 anos) e a do Jardim Porto Velho (que em 2016 foi reocupada), ambas no Extremo Sul de São Paulo.
Quer ver mais? Todas as Fotos a seguir, mostram o interior da Ocupação do Jardim da União. Lá tem creche, lojinha de 1 real, centro comunitário, horta comunitária, campo, entre outros espaços geridos em conjunto pelos moradores:

JOVENS NA CENA

Quer saber mais sobre a questão da Moradia no Extremo Sul? Fica o convite para uma ótima oportunidade:
Neste sábado, o Coletivo Jovens na Cena vai apresentar o Festival A-GRAVANDO. A partir das 13h, serão mostrado os resultados de um ano de pesquisa, trabalho, gravações e debates sobre moradia e meio-ambiente.
O festival vai rolar durante a tarde inteira, e às 19h, acontece o lançamento do documentário A-GRAVANDO.
 

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