Reportagem de Jefferson Rodrigues*. Captação e edição de imagens de Pedro Ariel Salvador

Orientação de reportagem: Gisele Brito. Artes: Rafael Cristiano. Edição de texto: Thiago Borges

Já ouviu falar do jogo Free Fire? Ele virou febre nas periferias e favelas do Brasil afora e, por onde passamos, vemos a molecada com o celular na mão jogando. Já pode até considerar o game como um esporte. Mas afinal, por que o jogo está bombando na quebrada? O que faz esses garotos tirarem algumas horas do dia para jogar? 

Nesta reportagem, você irá conhecer a história de meninos que moram em diferentes lugares das periferias paulistanas e compartilham sonhos parecidos. Para eles, o jogo é uma oportunidade de alcançar seus objetivos. Há aqueles que jogam por diversão, mas tem aqueles que até treinam no objetivo de se tornar um jogador profissional. 

Se liga no papo que eles mandaram:

Torneio

Com mais de 200 mil participantes e 1.300 seleções de todo o Brasil, a Taça das Favelas Free Fire é o maior torneio do gênero no mundo. O campeonato criado e promovido pela CUFA (Central Única das Favelas) está nas etapas estaduais até 21 de novembro. E entre 26 e 28 deste mês, acontece a etapa nacional. A final acontece em 4 de dezembro, com premiação total superior a R$ 100 mil. 

Uma pesquisa realizada com jovens que participam do torneio identificou que 96% gostariam de ser profissionais e, para 29% deles, este é o maior sonho da vida (mais do que a compra da casa própria).

*Jefferson Rodrigues faz parte do “Repórter da Quebrada – Uma morada jornalística de experimentações”, programa de residência em jornalismo da quebrada realizado pela Periferia em Movimento por meio da política pública Fomento à Cultura da Periferia de São Paulo

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