

Fino Du Rap e Tati Botelho: rappers forjados na poesia
Figuras fáceis nos saraus da Cooperifa, os integrantes da nova safra do rap nacional são influenciados por escritores e poetas periféricos.


Figuras fáceis nos saraus da Cooperifa, os integrantes da nova safra do rap nacional são influenciados por escritores e poetas periféricos.


“Nosso objetivo é reservar 2% do orçamento da prefeitura para a cultura, que é uma pauta antiga”, disse Haddad, durante Mostra Cultural da Cooperifa.


A ONG Capão Cidadão foi fundada em 2004 e, desde a criação, depende de doações, eventos e bazar para manter suas atividades.


Sergio Vaz, Marcelino Freire e Julio Ludemir debatem sobre produção literária da periferia na Mostra Cultural da Cooperifa.


Casa cheia na abertura de mais uma Mostra Cultural da Cooperifa. “É tudo nosso!”


As atrações da edição de 2013 foram organizadas a partir de quatro eixos: Direito à Cidade; Culturas Negras; Cultura de Paz e Produção e Difusão da Cultura de Periferia.


A Batalha do Passinho é uma manifestação recente que surgiu nos morros do Rio de Janeiro e, agora, encontra seguidores também em São Paulo.


Para o artista cearense, arte de seu estado ainda é de difícil acesso tanto para seus conterrâneos, quanto para eixo Rio-SP.


Descontraído e informal. Esse foi o clima do evento que aconteceu na tarde de quinta-feira (29), no Centro Cultural São Paulo. Estavam presentes Alejandro Reyes, autor mexicano de “Vozes dos Porões: a literatura periférica/marginal no Brasil”, e Allan da Rosa, que escreveu “Pedagoginga,


Na periferia de São Paulo, com forte da várzea, moradores levantam um questionamento: é possível tornar o futebol um elemento de luta social?


“É diferente da Semana de 22 , em que faziam antropofagia europeia, americana. Nós estamos fazendo a antropofagia de nós mesmos.”


Criada com o objetivo de estimular práticas econômicas horizontais e igualitárias, as ações da Secretaria Nacional de Economia Solidária são observadas com atenção pelos povos tradicionais.


Esses clubes também influenciaram a criação de bancos comunitários e moedas sociais, que têm o objetivo de fortalecer a economia local de comunidades pobres.


Usar a camisa que já foi do primo mais velho, trocar algo que não utiliza mais, ajudar a bater laje. A economia solidária faz parte do dia a dia das quebradas.


A periferia se une a povos de terreiro e indígenas para discutir práticas e modos de vida dessas populações na zona Sul da capital paulista.


Pensar em cultura das periferias carece de uma reflexão além do já implícito fator social: a periferia tem uma esmagadora maioria afrodescendente.


O empreendedorismo não é exclusividade do mundo dos negócios ou da juventude que “quer mudar o país” e lota as faculdades de administração.
Por Antonio Amaral, na revista Vaidapé Com um investimento total de R$ 8 milhões da Secretaria Municipal de Cultura, a Virada Cultural é o evento que mais abrange atrações e recursos direcionados ao setor cultural da cidade. O evento conta com as grandes


Por Paulo Motoryn, na revista Vaidapé O álbum Nó na Orelha, de 2011, consagrou Criolo como um dos grandes nomes da música brasileira. Com um repertório eclético, indo do reggae ao clássico com a mesma destreza que atualmente transita pelo Brasil e pelo exterior apresentando


Lenços da Louis Vuitton com estampa grafitada pelos Gêmeos pode significar, para alguns, o triunfo da arte urbana. Para outros, é apropriação.


Nesse slam de poesia criado em 2008 pelo Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, quando se grita “1, 2, 3, ZAP!”, é hora de prestigiar os artistas-competidores.


Em toda cidade, 12 ônibus equipados com um acervo de 1.000 livros infanto-juvenis e adultos, além de jornais e revistas, percorrem os extremos paulistanos


Fragmentos, histórias e memórias. Histórias de Orfeu e Eurídice, de Elisabete e Amarildo. Memórias deslocadas do tempo que se tornam histórias anônimas. Obra de arte, denúncia, tentativa que poderia se dizer estéril, não fosse a resistência, não fosse a expressão da inconformidade. Tudo isso na peça que abriu o Encontro Estéticas das Periferias de 2013.


Um é autor de “Capão Pecado”, clássico da literatura periférica. O outro é conhecido pelas reportagens publicadas em formato de quadrinhos. Juntos, eles criaram “Desterro”, que traça a dura vida nas quebradas paulistanas em história em quadrinhos. Para falar sobre essa experiência,


“A vida é sonho” foi representada pelo grupo recém-formado Cia Grupo Patépicus, no palco da 21ª Mostra de Teatro Monte Azul


Um poeta que declarava o amor pela cidade de São Paulo e criou um estilo próprio de cantar os causos de sua vida e sua relação com a terra da garoa.


Confira um resumo das peças “Vida e Sonho” e “A Confecção da Queda”


Cerca de 20 artistas incorporam o comportamento de diferentes animais na Oficina de Dramatização Corporal, durante a 21ª Mostra de Teatro Monte Azul.


O espetáculo “Virgens à Deriva” contou o desespero de três freiras católicas “virgens”, que ficaram à deriva no meio do oceano em cima de um bote salva vidas, após um naufrágio.


Como uma associação comunitária mantém há tanto tempo uma Mostra de Teatro de duas semanas com tantas companhias reunidas?
O que explica a proliferação de lan houses no início da década em qualquer quebrada do Brasil, com acesso à internet e imensas possibilidades a R$ 2 a hora?
“Sarau era uma prática que havia sumido há mais cem anos no meu país”, contou Lucia Tannina, durante o seminário “Estéticas das Periferias”.
“Agora que falamos por nós, o que os intelectuais vão fazer? Que comam brioches”.
Coordenador de cultura da ONG Ação Educativa observa que a Cidade de São Paulo segrega a periferia socialmente, economicamente, esteticamente.