Bike na Quebrada: o que a lei garante pra quem pedala em São Paulo?

Thiago Borges

Thiago Borges

Começamos a série "Bike na Quebrada" com uma reportagem stopmotion sobre a legislação e os planos que buscam assegurar os direitos de ciclistas em São Paulo. Mas será que tá rolando?

A bicicleta tá presente na vida de muitos e muitas de nós – e na quebrada, não é diferente. Desde cedo, aprendemos a pedalar. E o que para uns é apenas lazer ou esporte, para outros é um meio de transporte para os afazeres do dia a dia.
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, é a lei que regula os direitos e deveres na circulação de veículos e pedestres. Ele reconhece bicicletas, triciclos e outras variações como veículos que podem circular nas ruas ou vias exclusivas e que têm prioridade sobre automotores (como carros, motos, ônibus e caminhões). Somente os pedestres têm maior prioridade do que os ciclistas.
A lei também estabelece que os órgãos de trânsito têm a obrigação de proteger os ciclistas, planejando, projetando, regulamentando e operando o trânsito para que isso ocorra. Ameaçar, tirar fina, apertar o ciclista contra calçada são infrações e podem render multa aos motoristas automotivos.
Não por acaso, nos últimos 30 anos vários prefeitos que passaram pela gestão da cidade de São Paulo regulamentaram leis municipais ou criaram programas para favorecer quem anda de magrela. Mas será que tá rolando, mesmo?
O Periferia em Movimento fez uma reportagem em stopmotion para resgatar esse histórico. Confira abaixo! E nas próximas semanas, trazemos a visão de quem pedala pelas quebradas do Extremo Sul de São Paulo. Acompanhe aqui!


Esta é uma série de reportagens sobre o uso de bicicletas na quebrada realizada pelo Periferia em Movimento com apoio do 1º edital do Fundo de Ações Locais, realizado pela Ciclocidade (Associação de Ciclistas da Cidade de São Paulo) e pelo Instituto Aromeiazero. Uma nova edição do edital está aberta para inscrições. Clique aqui e confira!
 

Autor

Compartilhe:

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on pinterest
Pinterest
Share on linkedin
LinkedIn

Comente usando o facebook

Nosso manifesto:

Nossas redes sociais:

Notícias recentes:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Confira também

Posts relacionados:

Com crise climática e inflação na roça, orgânicos ainda atravessam ponte mas não param no prato das periferias

Do combustível ao adubo, alta generalizada dos preços afeta quem produz alimentos orgânicos na zona rural da capital paulista. Para não repassar custos, famílias agricultoras diminuem a já apertada margem de lucro e desaceleram produção que é insuficiente e foi prejudicada pelas chuvas. O acesso da população mais pobre à comida saudável fica ainda mais difícil. Entenda e conheça alternativas!

Apoie!
Skip to content