Em busca do hexa: quais são as chances da Seleção Brasileira, que chega à Copa sem craque unânime

Em busca do hexa: quais são as chances da Seleção Brasileira, que chega à Copa sem craque unânime

Criadora de conteúdo analisa elenco e identificação popular com a torcida. Confira destaques, curiosidades e a tabela completa dos jogos!

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Neymar? Endrick? Qual será o nome do Brasil na disputa pelo hexacampeonato na Copa do Mundo de futebol masculino, que começa nesta quinta-feira (11/6)?

 

Para Ana Christie, nascida e criada em Colônia (Parelheiros, Extremo Sul de São Paulo) e responsável pela página Futebol para Todas, quem melhor representa a identidade popular é um só: Vini Jr, por causa “dos dribles e do jogo ousado, somando isso à luta antirracista, ele está sempre exaltando suas origens”.

 

O craque do Real Madrid, entretanto, ainda não empolga da mesma forma com a camisa verde-amarela – e parte da torcida está de olho em outro nome.

Ana Christe (foto: divulgação)

“Acho que nenhum dos lados ficou 100% feliz, mas a convocação do Neymar acabou deixando a torcida mais feliz”, avalia Ana, ao analisar as escolhas do técnico italiano Carlo Ancelotti.

 

De fato, o retorno do camisa 10 era um dos pontos mais aguardados, e também um dos mais discutidos, da lista. O atacante do Santos enfrentou uma sequência dura de lesões nos últimos anos, o que o afastou de diversas partidas do clube paulista. Sua última atuação pela Seleção havia sido em outubro de 2023.

 

Naquele duelo, em que o Brasil perdeu por 2 a 0 para o Uruguai pelas Eliminatórias, o Menino da Vila deixou o campo com uma grave lesão no joelho esquerdo: uma ruptura do ligamento cruzado anterior e do menisco.

 

Em 28 de maio, um dia depois da concentração da Seleção, foi divulgada uma lesão de grau 2 na panturrilha de Neymar. Apesar das especulações sobre a possibilidade de ser cortado, o camisa 10 segue convocado.

 

O que eu preciso saber sobre a Copa do Mundo?

 

O evento começa nesta quinta-feira (11/6), às 16h. México e África do Sul dão o pontapé inicial no emblemático Estádio Azteca, palco do tricampeonato da Seleção Brasileira, na Cidade do México. E na sexta (12/6), os outros dois países anfitriões entram em campo: Canadá e Estados Unidos.

 

Sim, pela primeira vez o torneio é sediado por três países. E antes mesmo de começar, esta edição da Copa já está na história: são 48 seleções. Anteriormente, eram 32.

 

O Brasil estreia no sábado (13/6), às 19h, contra o Marrocos. 

 

Abaixo, você confere a tabela interativa e os resultados dos jogos, além de poder baixar o arquivo em PDF para acompanhar.

Nois na Copa 2026

Tabela interativa

Periferia em Movimento ajuda você a visualizar todos os jogos, a classificação nos grupos e simular resultados.

Os 26 convocados: quem joga pelo Brasil

No dia 18 de maio, o técnico Ancelotti revelou os 26 nomes que vestirão a camisa canarinho na busca pelo hexa.

 

Para o gol, foram chamados Alisson (Liverpool), Ederson (Fenerbahçe) e Weverton (Grêmio). A linha defensiva será composta por Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (Arsenal), Ibañez (Al-Ahli), Léo Pereira (Flamengo), Marquinhos (PSG) e Ederson (Atalanta).

No meio-campo, as opções são Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Manchester United), Danilo Santos (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad) e Lucas Paquetá (Flamengo).

 

Já o setor ofensivo terá Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Neymar (Santos), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth) e Vini Jr. (Real Madrid).

 

Quais são as chances do Brasil ganhar o hexa?

 

O caminho para o hexa prevê oito jogos, sendo três na fase inicial e cinco no mata-mata até a final.

Para Ana Christie, o ciclo da seleção foi um dos mais difíceis, muito por culpa da gestão da própria CBF. Isso, somando-se à perda de jogadores importantes por lesão, faz com que outras seleções sejam mais favoritas.

“A Copa sempre foi uma competição de tiro curto. Temos quatro seleções estreantes. Acredito muito que teremos surpresas”.

 

A criadora destaca que França e Espanha lideram o ranking de melhores seleções e são favoritas. Ela também chama atenção para o Marrocos, que chegou nas semifinais na última Copa e pode surpreender novamente.

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