Com 11 atrações, Noite dos Tambores celebra presença, resistência e memória da diáspora africana

Desde 2011, o M’Boi Mirim se transforma no palco de um encontro internacional de música que reúne uma amostragem significativa da diversidade rítmica e percussiva do Brasil e do mundo. É a Noite dos Tambores, que celebra a presença a resistência e a memória afrodiaspórica no País. O evento aglutina pesquisadores, músicos e construtores de […]

Dia de Finados: Por quem choramos?

Localizado na Zona Sul de São Paulo, o Cemitério São Luiz ficou marcado como destino de milhares pessoas que morreram vítimas da violência e violação de direitos na região, principalmente nos anos 1990. O que mudou desde então?

Aos 55 anos, morre o educador José Soró

Confira na reportagem do Alma Preta

Contra remoções, movimentos por moradia defendem ocupações com preservação ambiental

Será que não dá pra morar nessas áreas e, ao mesmo, preservar os recursos naturais?

Perrengues, aprendizados e conquistas de quem empreende na quebrada

Conheça as histórias dos Pastéis da Val, da grife V.O.S. Estilo de Rua e da editora e livraria Filoczar

A cura vem do mar

Crítica do espetáculo “Kalunga Grande” feita por Nayla Aauri

Matriarcas: No país da professora Maria Vilani, ela rega perspectivas de futuro com arte e cultura

“Grajaú é o meu país”. Esse é o lema de Maria Vilani, de 69 anos. E não é só porque o distrito localizado no Extremo Sul de São Paulo é o mais populoso da cidade – oficialmente, com mais de 360 mil habitantes –, mas também porque foi nesse chão em que essa cearense natural da capital Fortaleza finca raízes e constrói possibilidades desde 1982.

Um espaço pra pensar e cuidar da saúde das mulheres na periferia

Fotos e reportagem por Carolina Messias. Edição: Thiago Borges “O médico me disse que não poderia solicitar o exame papanicolau porque eu era virgem, mesmo eu dizendo que já havia tido relações com mulheres. Tive que me relacionar com um homem para perder a virgindade, voltar ao médico e fazer meu exame”. O relato acima, […]

“Meu nome é Correria”: da luta por direitos à geração de renda, articuladores fomentam redes periféricas

Trabalhadores, militantes, educadores, artistas, empreendedores… Muitas palavras cabem na definição do que fazem os personagens acima. Mas a mais certeira é a de “articulador”, central para transformar a realidade.

Matriarcas: Filha do distrito mais negro de SP, Maria Afonso construiu “cidade branca” mas desfrutou pouco

Com 57% de negros entre a população de 146 mil habitantes, Parelheiros é o distrito mais negro da cidade de São Paulo. E aqui, na zona rural paulistana, dona Maria Afonso Garcia passou boa parte da vida morando e trabalhando ainda criança. Em olarias de tijolos, o serviço começava à 01h30 da madrugada e ia até as 18h30. Nos fornos de carvão da região, a jornada era das 06h às 18h.

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