Espetáculos sobre ancestralidade negra e festival LGBTQIA+ movimentam periferias de SP

Confira o que rola no primeiro final de semana de outubro!

“Faca Fake”, da banda Aláfia, e mais 10 lançamentos musicais da quebrada pra ouvir agora

Músicas que versam da política atual ao genocídio. Confira!

#Matriarcas: Da vontade de estudar, ela lutou por escolas e virou professora

Conheça a história da professora Maria da Glória

Fim de semana ancestral: Teatro, música e poesia para resgatar as raízes no Extremo Sul

Sarau de Cordas retorna no sábado, enquanto no domingo tem sound system, batalha perto da represa e espetáculo sobre uma figura mística. Confira!

Festival Percurso destaca ancestralidade negra e indígena na quebrada

Idealizado como #MaiorTerreiroDoMundo, edição convida Xaxado Novo, Rincon Sapiência, Maracatu Nação Kambinda, Bia Ferreira, Tião Carvalho, Graja Minas e Mãe Beth de Oxum em evento para 10 mil pessoas na Praça do Campo Limpo

Saraus em Parelheiros têm tranças, capoeira, graffiti, capoeira, música e muita poesia

Final de semana é da resistência, com encontros na praça central do distrito e no Vargem Grande. Confira!

Saberes da Natureza: “O meio ambiente é a coisa mais sagrada que a gente tem”

No segundo episódio da série, trazemos as palavras de Mãe Beth de Oxum, que aborda a importância do meio ambiente na perspectiva da religiosidade do Candomblé e da ancestralidade

No sábado, conferência discute políticas públicas, feminismo e ancestralidade das mulheres negras

Nesse sábado, 25 de março, acontece a II Conferência Nega Odara no CEU Caminho do Mar. Serão discutidos ancestralidade da mulher negra e a relação com o feminismo e políticas públicas.

Sarau das Pretas: ancestralidade, música e poesia em Parelheiros

Parte da programação da Caravana Juventude Viva, mulheres negras percorrem bairros com apresentações artísticas. Nesta sexta-feira (07/10), é no Extremo Sul

Por direito à fé, neste domingo é lançado o Fórum de Cultos de Matrizes Africanas no Campo Limpo

O Fórum busca reunir em um único espaço as lideranças e pessoas envolvidas nas matrizes afro-brasileiras e africanas e, dessa forma, se autoafirmar e tornar públicas as lutas e vivências dos povos tradicionais de terreiros.

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