#Retrospectiva2017: Ocupar e resistir pelo direito à cidade No ano em que a cidade de São Paulo passou para o comando do “gestor” João Doria, algumas coisas continuaram iguais – ou mudaram para pior

Começamos 2017 com a denúncia do despejo da ocupação por moradia Povo Unido Para Vencer, no antigo Clube Aristocrata, Extremo Sul de São Paulo. Essa foi a primeira de uma série de ocupações populares que aconteceram em 2013, logo após as Jornadas de Junho.

Os moradores do Aristocrata resistiram, foram despejados e voltaram a ocupar o terreno, enquanto na ocupação Jardim da União a organização popular permite o surgimento de iniciativas como uma creche autônoma. Mas o direito à moradia e à cidade estão longe de ser garantidos. Enquanto o governo federal congela verbas para programas de habitação, a Prefeitura sinaliza com o avanço imobiliário para os extremos da cidade – justamente onde iniciativas apontam outras possibilidades de desenvolvimento.

Relembre o que falamos sobre isso:

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