A jornalista Lenne Ferreira tem no exercício de sua profissão o questionamento. E, quando se fala na Declaração Universal dos Direitos Humanos, não pode ser diferente. “Todo ser humano tem direito de ir e vir. Mas qual ser humano, de que lugar, de qual território?”, pergunta ela, que é integrante da Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (Renfa) e do coletivo Afoitas de jornalismo independente, em Pernambuco.

Para Lenne, é nítido: mulheres e homens negros, que vivem em periferias, não têm a mesma possibilidade de circulação pela cidade.

Confira no vídeo:

#QueroViver

Por conta dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrados mundialmente neste dia 10 de dezembro, Periferia em Movimento publica a micro-série de vídeos #QueroViver. Clique aqui e confira a série na íntegra. A proposta é apresentar o olhar de 14 moradoras e moradores de periferias e favelas de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Salvador sobre a garantia ou não desses direitos no dia a dia e por que é importante é lutar para que todos tenhamos acesso a eles.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos nasce após a Segunda Guerra Mundial e o horror do Holocausto, a partir da reunião de líderes mundiais, que determinaram quais direitos todos e todas no planeta podem esperar e exigir simplesmente por serem humanos. No site da ONU (Organização das Nações Unidas), você pode conhecer e entender melhor que direitos são esses. Acesse.

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