Em um País que extermina mais de 60 mil pessoas por ano – a maioria, de jovens e negros –, como ficam as famílias diante da perda de seus entes? Transformar o luto em luta para preservar a vida é o ato político de mães em quebradas por todo País.

E é a partir da perspectiva da maternidade favelada que Débora Aguiar aborda a garantia dos Direitos Humanos. Mãe de duas crianças em Piedade, uma periferia de Jaboatão dos Guararapes (na região metropolitana do Recife), ela é integrante da Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (Renfa).

Confira no vídeo:

#QueroViver

Por conta dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrados mundialmente neste dia 10 de dezembro, Periferia em Movimento publica a micro-série de vídeos #QueroViver. Clique aqui e confira a série na íntegra. A proposta é apresentar o olhar de 14 moradoras e moradores de periferias e favelas de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Salvador sobre a garantia ou não desses direitos no dia a dia e por que é importante é lutar para que todos tenhamos acesso a eles.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos nasce após a Segunda Guerra Mundial e o horror do Holocausto, a partir da reunião de líderes mundiais, que determinaram quais direitos todos e todas no planeta podem esperar e exigir simplesmente por serem humanos. No site da ONU (Organização das Nações Unidas), você pode conhecer e entender melhor que direitos são esses. Acesse.

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