#QueroViver: “Defender Direitos Humanos é defender a vida” O militante de Salvador, Ícaro Jorge, aponta quem deveria se beneficiar das políticas públicas inspiradas na Declaração Universal dos Direitos Humanos - e que são prejudicados por conta de uma visão equivocada que se tem do assunto

Direitos Humanos para quem? Para Ícaro Jorge, as estruturas de gênero, classe e raça estão diretamente relacionadas com a garantia ou não dos Direitos Humanos. São as população mais marginalizadas que têm esses direitos violados – e é pra quem as políticas públicas deveriam ser voltadas. Acompanhe a opinião do militante de Salvador (Bahia), que faz parte da Ocupa Preto, organização na Universidade Federal da Bahia.

Confira no vídeo:

#QueroViver

Por conta dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrados mundialmente neste dia 10 de dezembro, Periferia em Movimento publica a micro-série de vídeos #QueroViver. Clique aqui e confira a série na íntegra. A proposta é apresentar o olhar de 14 moradoras e moradores de periferias e favelas de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Salvador sobre a garantia ou não desses direitos no dia a dia e por que é importante é lutar para que todos tenhamos acesso a eles.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos nasce após a Segunda Guerra Mundial e o horror do Holocausto, a partir da reunião de líderes mundiais, que determinaram quais direitos todos e todas no planeta podem esperar e exigir simplesmente por serem humanos. No site da ONU (Organização das Nações Unidas), você pode conhecer e entender melhor que direitos são esses. Acesse.