Trabalhadores e trabalhadoras da cultura foram às ruas em 2016, mais do que nunca. E elevaram o fazer artístico como ato político à potência máxima, com a pressão do Movimento Cultural das Periferias e a histórica conquista da aprovação da Lei de Fomento às Periferias – um modelo inédito de política pública com repasse de recursos baseado no grau de vulnerabilidade da população em diferentes territórios.

O movimento segue firma na luta, enfrentando o andar de cima para defende demandas de quem está na articulado nas bases pelo direito à cultura – e muito mais, como podemos notar nas discussões levantadas pelos diferentes agentes culturais das quebradas. Na esfera estadual, trabalhadores e usuários das Fábricas de Cultura se uniram contra as medidas do ajuste fiscal que sucateia os equipamentos públicos.

Os agentes culturais ocuparam e pautaram todos os espaços, inclusive este aqui. Confira o que destacamos em 2016:

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