#QueroViver: “A gente tem que pensar em um modelo de sociedade que garanta a vida” Para Priscila Gadelha, psicóloga e integrante da Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (Renfa) em Pernambuco, se entender enquanto seres da natureza é essencial para a gente constituir nossa humanidade em outro patamar - sem essa divisão

Somos todos humanos. Correto? Mas parece que alguns seres humanos são mais humanos do que outros. Isso é estrutural.

E para Priscila Gadelha, psicóloga e integrante da Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (Renfa) em Pernambuco, a gente se entender enquanto seres da natureza é essencial para a gente constituir nossa humanidade em outro patamar.

Confira no vídeo:

#QueroViver

Por conta dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrados mundialmente neste dia 10 de dezembro, Periferia em Movimento publica a micro-série de vídeos #QueroViver. Clique aqui e confira a série na íntegra. A proposta é apresentar o olhar de 14 moradoras e moradores de periferias e favelas de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Salvador sobre a garantia ou não desses direitos no dia a dia e por que é importante é lutar para que todos tenhamos acesso a eles.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos nasce após a Segunda Guerra Mundial e o horror do Holocausto, a partir da reunião de líderes mundiais, que determinaram quais direitos todos e todas no planeta podem esperar e exigir simplesmente por serem humanos. No site da ONU (Organização das Nações Unidas), você pode conhecer e entender melhor que direitos são esses. Acesse.