“A nossa perspectiva sobre qualquer tema precisa compor o jornalismo”

“A nossa perspectiva sobre qualquer tema precisa compor o jornalismo”

A relação entre mídias e movimentos sociais de periferias é o tema do novo e último episódio da 2ª temporada do Quebra das Ideias, podcast da Periferia em Movimento

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Reportagem de Aline Rodrigues. Edição de áudio por Paulo Cruz. Apoio na produção e foto em destaque: Thiago Borges. Versão para vídeo: Pedro Ariel Salvador.

Mídias periféricas e faveladas existem há décadas em territórios urbanos diversos do Brasil e, em sua maioria, se propõem a retratar o cenário em que estão inseridas e as pessoas que vivem e constróem suas identidades nesses lugares. Mas também esses lugares são ponto de partida para abordar diferentes assuntos que atravessam e impactam as vidas periféricas e faveladas e para pautar toda a sociedade. No mesmo espaço, estão os movimentos sociais que comumente são retratados nesses canais jornalísticos. 

O papel que mídias e movimentos cumprem são complementares no fomento de uma sociedade em que a maioria da população tenha seus direitos, histórias, identidades respeitadas, registradas e contempladas nas construções de imaginários. E a relação entre agentes dessas frentes é o tema deste episódio do Quebra das Ideias, o podcast da Periferia em Movimento.

Ouça no spotify, no anchor ou clicando abaixo:

Neste episódio, ouvimos representações das duas frentes que nos apoiam nessa reflexão importante e urgente: Michele Silva, jornalista do Fala Roça, um jornal on-line e impresso distribuído há 7 anos na Rocinha, Rio de Janeiro; Fran Silva, da RENFA (Rede Nacional de feministas Antiproibicionistas) em Recife, que atua como redutora de danos, comunicadora e educadora popular; e, de São Paulo, Bianca Santana, jornalista, escritora e doutora em Ciência da Informação.  

“A nossa perspectiva sobre qualquer pauta, qualquer tema, qualquer editoria, precisa compor o jornalismo, precisa estar na agenda pública. E se o jornalismo chamado hegemônico ou grande mídia não cumpre o seu papel e não cumpre a sua função social de narrar toda a sociedade, a gente precisa fazer esse trabalho, narrando, contando as histórias da nossa perspectiva”, aponta Bianca Santana. 

Este episódio faz parte do Tramas Democráticas, um programa de intercâmbio do Goethe-Institut que apoiou a produção e difusão de 17 episódios originais de podcast em espanhol e português, buscando ampliar o diálogo sobre inovações cívicas e democracia digital na América do Sul. Clique aqui e confira todos os episódios do projeto.

2 Comentários

  1. […] “A nossa perspectiva sobre qualquer tema precisa compor o jornalismo” […]

  2. […] Keit faz parte da RENFA – Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas, da Marcha das Mulheres Negras de São Paulo e Mulheres Negras Decidem – e é a partir dessa […]

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