Com técnicas de agrofloresta, quilombo no interior de SP planta de tudo um pouco e garante preservação ambiental

Com técnicas de agrofloresta, quilombo no interior de SP planta de tudo um pouco e garante preservação ambiental

Paulo Cruz

Paulo Cruz

Confira o segundo episódio da série de áudios "Da Quebrada ao Quilombo", com a participação do agricultor e monitor ambiental Dilé

Captação, roteiro e edição de áudio: Paulo Cruz. Texto por Thiago Borges. Fotos: Pedro Ariel Salvador e Vitori Jumapili

Feijão, arroz, banana, abóbora, mandioca… Tudo plantados no mesmo terreno, sob pés de laranja, limão ou palmeiras. O chamado consórcio é uma técnica conhecida na agrofloresta, que prevê o plantio de várias culturas alimentícias junto à floresta nativa.

O agricultor e monitor ambiental Vandir, o Dilé, de 70 anos, explica como a agricultura garante a subsistência da população local e mantém a floresta em pé – a região do Vale do Ribeira concentra 7% da Mata Atlântica preservada no País.

Ouça abaixo:

Em abril de 2021, a Periferia em Movimento visitou o Quilombo de Ivaporunduva, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo. Nós relatamos essa experiência aqui. E com Da Quebrada ao Quilombo, apresentamos uma série de 6 episódios  com falas de quem vive e constrói a comunidade.

Confira abaixo algumas fotos da vivência sobre agricultura de subsistência com Dilé:

 

“Escambos Periféricos – Da quebrada ao quilombo” é uma atividade que aconteceu no âmbito do Repórter da Quebrada – Uma morada jornalística de experimentações, projeto da Periferia em Movimento realizado com apoio do Fomento à Cultura da Periferia da Secretaria Municipal de São Paulo.

Colaboração

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