Abril indígena: Confira dicas de produções indígenas que ocupam SP e as redes com arte e cultura

Abril indígena: Confira dicas de produções indígenas que ocupam SP e as redes com arte e cultura

Livros, músicas, cinema e oficinas mostram a força de artistas dos povos originários na capital paulista

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Tempo de leitura: 4 minutos

Neste mês que enfatiza a luta, resistência e resiliência dos povos indígenas do Brasil, a Periferia em Movimento reúne uma lista de iniciativas que partem dos territórios ancestrais e periféricos e chegam a equipamentos públicos da cidade, com atividades abertas ao público e lançamentos recentes.

Novo álbum da multiartivista periférica e indígena LÝRYCA

O que é? Lançamento do novo trabalho da artista para o projeto autoral multiartístico ‘Plante um som’, que a convidou para celebrar elementos da cultura hip-hop do interior paulista.

Onde? O álbum com diferentes artistas foi lançado em 9 de abril no YouTube, mas LÝRYCA também está no Spotify e no Deezer.

Feira de Arte dos Povos Indígenas

O que é? Encontro entre territórios indígenas e a sociedade urbana, afirmando a produção indígena como arte viva e contemporânea com a representação de mais de 100 artistas de 50 povos de todo o Brasil. O evento é promovido pela Mídia Indígena em parceria com o Instituto Socioambiental.

Quando? De quinta a domingo (16 a 19 de abril), a partir das 10h. A cerimônia oficial acontece nesta quinta, às 20h.

Onde? Parque Ibirapuera, no Pavilhão das Culturas Brasileiras (Pacubra). Entrada gratuita. Saiba mais aqui.

Oficina de Teatro Contracolonial com Juão Nyn

O que é? A oficina, ministrada pelo multiartista potyguara Juão Nyn, propõe revisitar o fazer teatral, primeira linguagem artística a colonizar o País, a partir da sua vivência em comunidade no território ancestral de Ururay (São Miguel Paulista).

O coletivo de Teatro Contracolonial (que defende os modos de vida, saberes e territórios tradicionais, rejeitando a lógica colonial) busca autonomia sobre as próprias narrativas e questiona referências coloniais no teatro há 13 anos.

Quando? Nesta quinta (16/4), das 14h até as 16h.

Onde? Fábrica de Cultura Brasilândia – Av. General Penha Brasil, 2508 – zona Norte. Entrada gratuita.

Mostra Indígena

O que é? Exibição de vídeo documental indígena, com direção e roteiro do ativista indígena, professor, autor Júlio Guato, seguida de bate-papo com o realizador. A obra dá visibilidade aos territórios Yrexakã e Takua Ju Mirim.

Quando? Nesta sexta (17/4), das 14h às 15h.

Onde? Casa de Cultura Municipal Campo Limpo – R. Aroldo de Azevedo, 100 – Jardim Bom Refúgio, zona Sul. Saiba mais aqui.

Exibição dos filmes “Na terra dos caçadores de cabeça” e “Os Exilados”

O que é? Sessão dupla do cineclube “Filme como um objeto no espaço”, com obras restauradas que abordam a vida indígena norte-americana em diferentes momentos do cinema.

Quando? Na próxima sexta (24/4), das 16h às 20h.

Onde? Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, região central.

Lançamento EP “Cabaça Sonora 2”

O que é? O EP reúne em trabalho coletivo o trabalho de artistas da cena negra e indígena da música baiana, como Ejigbo Oni, Iná Tupinambá, Jade Lu, Paulinho do Reco e Victor Badaró.

O EP conta com seis músicas autorais: uma canção coletiva produzida durante as ações formativas do projeto, e uma canção inédita de cada artista, que refletem vivências, andanças e emoções percebidas e interpretadas pelos artistas em sua relação com a vida, com a cidade e afetividades. 

Onde? O álbum foi lançado em 27 de fevereiro e está disponível nas principais plataformas de música.

 

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