Ampliar o circuito de trocas entre profissionais da cultura nas mais diversas áreas, tanto dentro do palco como nos bastidores da cena: esse é um dos fundamentos do Mapeamento Tranzborde, iniciativa lançada na quarta-feira passada (6/10) com o objetivo facilitar o acesso a pessoas de baixa renda que trabalham na área, mas muitas vezes são invisibilizadas no mercado.

Criado pela Núclea Tranzborde para fomentar a classe artística da cidade de São Paulo, em especial por conta dos desmontes da cultura e das consequências da pandemia, o mapeamento permite localizar profissionais por meio de demanda de trabalho e localização geográfica.

Clique aqui para acessar o mapa. Para se cadastrar na plataforma, é necessário entrar em contato pelo e-mail [email protected].

Imagem de “Tranzmutações Pandemikaz”, obra da núclea que discute a produção em meio à pandemia (Foto: Divulgação)

Até o momento são 77 mapeades, entre pessoas trans, indígenas, pretas, ciganas, marrons, amarelas, pessoas não-hétero centradas, pessoas gordas, imigrantes e em situação de refúgio, bem como residentes em periferias.

As categorias contempladas na plataforma são das áreas de artes circenses, assistência de produção, atuação, cenografia, cenotecnia, contrarregragem, dança, direção, direção de arte, direção de palco, dramaturgia, figurino, fotografia, iluminação, maquiagem, música, operação de luz, operação de som, performance, preparação vocal, produção, sonoplastia, Stand-Up comedy, video mapping e visagismo.

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