#Memória2015: Dos quilombos às quebradas, cultura e identidade mais fortes

(foto: Divulgação/Percubeat)

2015 foi o ano de conhecer e fortalecer ainda mais as manifestações culturais marginais e periféricas, expressões nossas e para nós, sobre nossas raízes e identidade.

Vozes periféricas que ecoam – e as vozes que ainda não são ouvidas

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

Pela arte, as periferias resistem e se fazem ouvir. Mas algumas vozes ainda não ressoam como outras. Confira na reportagem sobre a Massa Revoltante.

Dos orixás às lavadeiras, a música de resistência mantém vivos os nossos ancestrais

Música de resistência: em memória dos ancestrais em um processo histórico protagonizado pelas elites brancas e que excluiu matrizes africanas e indígenas

Na África do Sul e no Brasil, a música como forma de protestar

Por Aline Rodrigues Quem não conhece sua história tem o perigo de repeti-la. Apoiado nessa frase, o músico e pesquisador sul-africano Neo Muyanga, nascido em Soweto, bairro periférico da cidade de Johannesburgo, resgatou músicas que retratam a história de luta na África do Sul e as apresenta para o mundo na intenção de valorizar aContinue lendo Na África do Sul e no Brasil, a música como forma de protestar

Das periferias ao centro, por uma arte que transforma

Mais de 300 mulheres formam o bloco afro Ilú Obá de Min. (Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

O bloco Ilú Obá de Min faz de sua música um protesto nas ruas do centro de São Paulo; na zona Sul, o grupo de rap Z’África Brasil faz arte que transforma. Confira na cobertura da Massa Revoltante.

“Massa Revoltante”: workshops, performances e ensaios sobre música de protesto entre os dias 07 e 12 de junho

Com a música de protesto e a cultura de resistência como tema central, o Goethe-Institut realiza o “Massa revoltante – Um movimento de vozes do Sul” em vários locais de São Paulo, com a participação de músicos, compositores e pesquisadores nacionais e internacionais. Ilu Oba de Min, Roberta Estrela D’Alva, Gaspar do Z’África Brasil, Giovani di Ganzá e coletivos culturais do Grajaú participam da programação. O Periferia em Movimento foi convidado a cobrir algumas das atividades. Ao longo da semana, acompanhe por aqui nosso registro.