Conquistamos reconhecimento, fincamos raízes, construímos identidades. Mas a luta não acabou. Enquanto assistimos ao avanço do fascismo e a retrocessos sociais e políticos, a marcha fúnebre prossegue. Nem nossas dores nem alegrias saem no jornal. A periferia continua à margem da mídia. Não somos representados pela mídia hegemônica e nem pela dita “alternativa”, que falam a partir do centro, com uma visão eurocêntrica, patriarcal, e legitima ou se omite diante da continuidade da violação de nossos direitos.

Por isso, a Periferia em Movimento desenvolve o projeto Repórter da Quebrada – Jornalismo e Direitos Humanos conectando o Extremo Sul. Com o apoio de profissionais, artistas e militantes do Extremo Sul de São Paulo, reforçamos narrativas de dentro pra dentro, a partir do Extremo Sul da cidade de São Paulo por meio da produção de conteúdo e dos encontros de aprendizagem.

Atuamos com a produção de conteúdos em diferentes linguagens e dar visibilidade a quem está na frente de luta pela garantia de direitos.

Também realizamos oficinas livres sobre jornalismo, periferias e direitos humanos com adolescentes, jovens, professores da rede pública e educadores não formais nos distritos de Grajaú, Parelheiros e Marsilac.

Clique e confira aqui como foi a edição do projeto em 2015.

E aqui, os conteúdos publicados na edição de 2017.

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