Com 6 atrações periféricas, Festival Maçãs celebra mulheres na música independente

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Periferia em Movimento

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Bia Doxum, Carolina Maria, Pé de Manacá, Obinrin Trio, Nayra Lays e Katú Mirim se revezam em apresentações na sexta (8/10) e no sábado (9/10)

Bia Doxum, Carolina Maria, Pé de Manacá, Obinrin Trio, Nayra Lays e Katú Mirim. Essas são as convidadas que se revezam em apresentações ao vivo nesta sexta-feira e no sábado (8 e 9/10), a partir das 19h, no youtube do Sesc Interlagos. Clique aqui.

Os shows marcam o encerramento da terceira edição do Festival Maçãs, que conta com o apoio do Programa VAI da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e visa apoiar mulheres periféricas desde a pré até a pós-produção de seus trabalhos musicais.

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No primeiro dia, apresentam-se Pé de Manacá, grupo composto por 4 mulheres que cantam e tocam “bailes de forró”; Carolina Maria, cantora e compositora da Vila Natal (Extremo Sul de São Paulo), que transita entre gêneros como forró, MPB, rap, entre outros; e Bia Doxum, artista e militante da zona Leste de São Paulo.

Já no segundo dia, o show é dividido entre o Obinrin Trio, grupo formado por 3 integrantes que aposta na cultura popular e revisita ritmos sagrados e ancestrais relacionados a questões urgentes dos dias atuais; Katú Mirim, Artista e ativista indígena, que utiliza o rap e o rock para levantar questões sobre a colonização e o resgate da identidade indígena em contexto urbano; e Nayra Lays, nascida e criada no Extremo Sul de São Paulo que navega por diferentes ritmos musicais, do rap o samba para cantar repertórios sobre empoderamento, afetividade e luta.

Colheita

Antes do festival, a coletiva realizou 4 apresentações individuais com as artistas Luana Bayô, Thais Lim, Nisá e Maria Pérola, cantoras de estilos diferentes com canções que protestam e retratam suas realidades periféricas. As gravações dos shows estão disponíveis no canal do grupo.

“Neste ano a edição a colheita foi maravilhosa. Recebemos material de mais de 60 mulheres. Artistas de todos os cantos do Brasil se interessaram pelo festival e as quatro selecionadas puderam mostrar sua arte nas Sessions. As outras meninas supertalentosas, que não participaram das Sessions, tiveram um pouco dos seus trabalhos apresentados nas nossas redes sociais”, conta Juliana Viana, produtora executiva do evento.

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