Designer transforma raps famosos em cartazes; confira

Idealizador do projeto Rap em Cartaz, Evandro Siol escolhe trechos de raps famosos e transforma em desenhos.

Nas quebradas, a gente faz moda para se identificar

Foto: Felipe Chaves

1DaSul, Deeanto, Chavo Callejero… Vamos falar de moda. Não de desfiles, de tendências nem coleções. Não é intenção e nem temos arcabouço pra isso.

Grajaú Eletrônico resgata e reinventa cena da música eletrônica da periferia nos anos 90

“O espaço da e-music na periferia é relativo”, diz Isnik, que retrata o difícil cotidiano da quebrada suas músicas.

Mulheres negras protagonizam páginas do novo livro de Elizandra Souza

RISOS, MÁGOAS, UMA INFINIDADE DE SENTIMENTOS, SENSAÇÕES… UMA CACHOEIRA REFRESCANDO A MENTE. É isso que poetisa e jornalista Elizandra Souza, 29 anos, promete ao leitor que se debruçar sobre seu segundo livro, “Águas da Cabaça”, uma obra com poesias femininas, negras, militantes, descompromissadas e amorosas. “Esse livro surgiu porque senti necessidade de fazer um livro autoralContinue lendo Mulheres negras protagonizam páginas do novo livro de Elizandra Souza

Vídeo: “Um Olhar Sobre a Brasilândia”, exposição fotográfica sobre esse bairro da zona Norte

Fruto de um curso de fotografia ministrado pelo profissional Arnaldo Pappalardo, com o apoio da Fundação Stickel, a exposição “Um Olhar sobre a Brasilândia” traz uma reflexão sobre esse bairro da periferia da zona norte de São Paulo. As fotos foram tiradas por 18 moradores da Brasilândia que participaram do curso. Quer conferir? A exposição ficará em cartazContinue lendo Vídeo: “Um Olhar Sobre a Brasilândia”, exposição fotográfica sobre esse bairro da zona Norte

Rappers apontam o que mudou nas quebradas após duas décadas de movimento

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

Tem quem diga que o primeiro rap brasileiro foi “Deixa Isso Pra Lá”, gravado em 1964 por Jair Rodrigues. Mas o rap como fora concebido nos Estados Unidos chegou ao Brasil em meados dos anos 80, com um show dos americanos do Public Enemy inspirou uma legião de seguidores no País. Grupos de breakers da periferiaContinue lendo Rappers apontam o que mudou nas quebradas após duas décadas de movimento

“A música tá acima da idade”, diz KL Jay, sobre as diferentes gerações do rap

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

Emicida, Criolo e outros nomes são uma ruptura com o rap antigo, imortalizado por ícones como os Racionais MCs?

“Tem o Emicida, e eu sou o ‘suicida'”, diz Mano Brown

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

Piadista e galanteador, o maior nome do rap nacional cumpria uma promessa feita nos bastidores a outros convidados do show de Terra Preta.

De Mano Brown a Rincon Sapiência, gerações do rap se encontram em show ‘zica’ de Terra Preta

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

Zica, na quebrada, já deixou de ser sinônimo de azar. Pelo contrário. Zica é quem faz acontecer, é destemido, chama a atenção. E a palavra imperou no show!

Vídeo: O funk carioca em tempos de “pacificação” das favelas

Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento

“Hoje, o moleque dança frevo, com samba e tambores africanos – e isso é funk”, conta MC Raphael Calazans, que aponta que o funk é o meio de comunicação encontrado por esses jovens.