Clubes de troca: escambo na prática nas periferias de São Paulo

Esses clubes também influenciaram a criação de bancos comunitários e moedas sociais, que têm o objetivo de fortalecer a economia local de comunidades pobres.

Economia solidária é pautada nas pessoas, não no dinheiro

Usar a camisa que já foi do primo mais velho, trocar algo que não utiliza mais, ajudar a bater laje. A economia solidária faz parte do dia a dia das quebradas.

Movimentos populares em defesa da diversidade cultural

Foto: Joseh Silva

A periferia se une a povos de terreiro e indígenas para discutir práticas e modos de vida dessas populações na zona Sul da capital paulista.

Quando a cultura negra se projeta no mercado

Pensar em cultura das periferias carece de uma reflexão além do já implícito fator social: a periferia tem uma esmagadora maioria afrodescendente.

Pioneira do rap feminino, Sharylaine lança novo CD após 27 anos de carreira

Além de ressaltar em suas músicas temas que defendem os direitos das mulheres, Sharylaine destaca a reserva do mercado para os rappers homens

Economia é papo de periferia

Foto Vanessa Condomi

O empreendedorismo não é exclusividade do mundo dos negócios ou da juventude que “quer mudar o país” e lota as faculdades de administração.

Criolo e o samba: o nó é na garganta

(Foto: Daniel Pascowitch)

Por Paulo Motoryn, na revista Vaidapé O álbum Nó na Orelha, de 2011, consagrou Criolo como um dos grandes nomes da música brasileira. Com um repertório eclético, indo do reggae ao clássico com a mesma destreza que atualmente transita pelo Brasil e pelo exterior apresentando seus shows, o músico finalmente atingiu o ápice de sua carreira. Na última sexta-feira, diaContinue lendo Criolo e o samba: o nó é na garganta

O graffiti, a rua e a estética da miséria

Lenços da Louis Vuitton com estampa grafitada pelos Gêmeos pode significar, para alguns, o triunfo da arte urbana. Para outros, é apropriação.

ZAP, um campeonato onde a poesia é vencedora

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

Nesse slam de poesia criado em 2008 pelo Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, quando se grita “1, 2, 3, ZAP!”, é hora de prestigiar os artistas-competidores.

Nas quebradas, a literatura chega de busão

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento

Em toda cidade, 12 ônibus equipados com um acervo de 1.000 livros infanto-juvenis e adultos, além de jornais e revistas, percorrem os extremos paulistanos