Nesta terça-feira (25/06), Emicida balançou as redes sociais com a divulgação da música e videoclipe “AmarElo”, que conta com a participação das cantoras Majur e Pabllo Vittar. E, para além do rapper da Brasilândia (zona Norte de São Paulo), a Periferia em Movimento indica lançamentos recentes de mais 04 artistas das quebradas paulistanas que você precisa ouvir agora.

1. AmarElo (Emicida com participação de Majur e Pabllo Vittar)

Com cenas no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, o videoclipe da música “AmarElo” é dirigido por Evandro Fióti, irmão de Emicida. Logo de cara, traz um relato forte de um homem que luta para manter sua saúde mental. O audiovisual complementa a música, marcada por lutas, superação e representativade. Confira:

2. Parto (Nayra Lays)

Música e clipe também ornam na narrativa de Nayra Lays, artista do Grajaú (Extremo Sul de São Paulo) que em “Parto” resgata a ancestralidade negra ao falar das imposições de uma sociedade branca – e, então, racista – e do mundo novo que está sendo parido. O lançamento aconteceu no dia de aniversário de Nayra, na última sexta (21/06). Veja:

3. É o povo na cabeça (Pagode da 27)

A já tradicional roda de samba do Grajaú, que completa 14 anos em 2019, lançou no início de junho seu terceiro álbum. Com sambas de exaltação a samba de breque, “É o povo na cabeça” tem 13 faixas e participações especiais de Criolo, Osvaldinho da Cuíca, Keila Regina, Zé Maria, Delei e Robson Capela. Ouça todas as faixas aqui.

Abaixo, você confere ao videoclipe da música que dá nome ao álbum e que foi lançado na época das eleições do ano passado:

4. Maracatu de Chão (Aborigens)

Com 1 ano e meio de existência, a banda Aborigens tem a proposta de dar vida a um complexo musical que ressignifica e manifesta as vozes vindas das margens da cidade. Os cinco integrantes atuam na produtora cultural social A Banca e, por meio da música,

apresenta a potência das vozes das margens. No single “Maracatu de chão”, o grupo indica a importância de fortalecer identidades e resgatar a ancestralidade, com respeito à diversidade cultural. Pra cantar junto:

5. “Cypher 1 – Ancestral” (Opanijé, Funk Buia, Yoni e Thai)

Em tempos de reflexão, o Quebrada Groove apresenta “Cypher 1 – Ancestral”, uma viagem ao mundo negro. Dirigido pelo coletivo de produção e ativismo cultural da zona sul de São Paulo, a música reúne os artistas Lázaro Ere e Rone DumDum (que integram o grupo baiano de rap Opanijé), o paulista Funk Buia (do reverenciado grupo Z’África Brasil) e, direto do Rio de Janeiro, Yonih, e Thai.

A letra fala de negritude e o poder do autoconhecimento em meio a tantos descasos e violências contra a população negra no Brasil. Confira:

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