É normal sofrer na hora do parto? Um papo necessário entre mulheres da periferia sobre violência no parto, parto humanizado e a importância da informação adequada para nós, mulheres das quebradas

Parir também é um ato político: Um papo necessário entre mulheres da periferia sobre violência no parto, parto humanizado e a importância da informação adequada para nós, mulheres das quebradas

#Memória2016: Uma década depois dos Crimes de Maio, o Estado segue deixando mães sem filhos Ítalo ou Matheus. 10 ou 24 anos. No Morumbi, no Grajaú, na Favela Sucupira, na Zona Leste... Com golpe ou sem golpe para trocar os comandantes no andar de cima, o genocídio do povo negro continua, criando novas Mães de Maio, junho, setembro... Por outro lado, o revide vem mais forte

(Foto: Thiago Borges/Periferia em Movimento)

Ítalo ou Matheus. 10 ou 24 anos. No Morumbi, no Grajaú, na Favela Sucupira, na Zona Leste… Com golpe ou sem golpe para trocar os comandantes no andar de cima, o genocídio do povo negro continua

Tribunal Popular: povo julga Estado por genocídio Moradores da Zona Sul de São Paulo colocam o Estado no banco dos réus para julgá-lo pelo genocídio negro, dos povos indígenas, pobres e periféricos

(Foto: Thiago Borges/Periferia em Movimento)

Moradores da Zona Sul de São Paulo colocam o Estado no banco dos réus para julgá-lo pelo genocídio negro, dos povos indígenas, pobres e periféricos

#BlackBraziliansMatter: Após ocupação da SSP, movimentos fazem novo ato contra genocídio Encontro marca lançamento do livro “Mães em Luta – 10 anos dos Crimes de Maio”, com perfis das Mães de Maio, e da campanha internacional #BlackBraziliansMatter. Na sequência, grupos fazem cortejo até a Secretaria de Segurança Pública, que foi ocupada na última quinta-feira (10) por manifestantes em protesto contra a execução de cinco jovens negros na Zona Leste

Velas acesas na porta da SSP (Foto: Edu Graja)

Encontro marca lançamento de livro sobre as Mães de Maio e campanha internacional #BlackBraziliansMatter. Grupos caminha até a Secretaria de Segurança Pública, ocupada semana passada contra a execução de cinco jovens na ZL

Manifestantes ocupam SSP, secretário foge e grupos prometem novo ato contra genocídio Durante ato em homenagem a cinco jovens negros assassinados na Zona Leste, movimentos ocuparam saguão da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e exigiram presença do secretário. Mágino Alves apareceu, prometeu falar com manifestantes mas usou escolta policial para escapar da multidão. Novo ato acontece quinta que vem, dia 17

(Foto: Edu Graja)

Durante ato em homenagem a cinco jovens negros assassinados na Zona Leste, movimentos ocuparam saguão da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e exigiram presença do secretário, que deu no pé com escolta policial

Dandaras e Zumbis do Grajaú: lutas históricas permanecem urgentes na quebrada Espetáculo da Cia Humbalada de Teatro​ com outros grupos e artistas da região aborda questões de raça, classe e gênero no território

Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento

Espetáculo da Cia Humbalada de Teatro​ com outros grupos e artistas da região aborda questões de raça, classe e gênero no território. Confira vídeo, fotos e relato sobre a peça

Matheus Freitas: Presente! Familiares, amigos e moradores do Jardim Novo Horizonte voltam às ruas - dessa vez, para homenagear o universitário negro de 24 anos que morreu após ser baleado por PM dentro de uma escola

Familiares, amigos e moradores do Jardim Novo Horizonte voltam às ruas – dessa vez, para homenagear o universitário negro de 24 anos que morreu após ser baleado por PM dentro de uma escola

Comunidade homenageia universitário morto por PM no Grajaú Nesta segunda (10 de outubro), moradores do Jardim Novo Horizonte e amigos prestam uma homenagem a Matheus Freitas, jovem negro de 24 anos que morreu após ser baleado por um policial dentro de uma escola da região.

(Foto: Thiago Borges/Periferia em Movimento)

Nesta segunda (10 de outubro), moradores do Jardim Novo Horizonte e amigos prestam uma homenagem a Matheus Freitas, jovem negro de 24 anos que morreu após ser baleado por um policial dentro de uma escola da região.

#AgostoNegro: um ano depois de chacina em Osasco e Barueri, movimentos seguem na luta contra o genocídio Familiares e organização fazem atos para relembrar o caso na sexta e no sábado. E, ao longo do mês, uma série de ações nas quebradas de São Paulo denuncia o genocídio que segue em curso

Familiares e organização fazem atos para relembrar o caso na sexta e no sábado. E, ao longo do mês, uma série de ações nas quebradas de São Paulo denuncia o genocídio que segue em curso

Atos lembram 462 anos de genocídio em São Paulo

Entre a matança indígena promovido pelos bandeirantes à escravidão dos negros, São Paulo se transformou na maior cidade do País. E o genocídio continua nos becos e vielas.