Cenas, canções e conversas: 05 rolês pra fazer nas periferias da Zona Sul de SP

As quebradas abrigam sarau, espetáculos, música e muitos encontros para troca de ideias.

“Grajaú contra o racismo” movimenta quebrada com debates, oficinas e intervenções culturais

Evento acontece entre sábado e domingo (30/11 e 01/12). Confira!

A cura vem do mar

Crítica do espetáculo “Kalunga Grande” feita por Nayla Aauri

Espetáculos sobre ancestralidade negra e festival LGBTQIA+ movimentam periferias de SP

Confira o que rola no primeiro final de semana de outubro!

No Extremo Sul de SP, encontros celebram negritude e pautam combate ao racismo

Abayomi Aba, Grajaú contra o Racismo e Encontro da Pessoa Negra de Parelheiros fecham semana da Consciência Negra em região em que população negra é maioria

“Francisca: Travessia”: peça de grupo de teatro do Grajaú tem nova temporada

Baseado na poética do escritor João Guimarães Rosa, o espetáculo do grupo Identidade Oculta aborda a história de uma menina matuta até se tornar mulher

Eleições: Entre o ódio e o medo, como fica nossa saúde mental?

O Periferia em Movimento conversou ao vivo sobre o assunto com a naturóloga Ingryd Oliveira e com a psicóloga Milena Cristina de Abreu, da Roda Terapêutica das Pretas

Saúde Mental: “Que a gente possa se ajudar mais”

Como alternativa a medicina tradicional, a naturóloga Ingryd Oliveira oferece outra proposta de cuidados que tem atraído em sua maioria mulheres do Grajaú. Algumas das atividades e atendimentos são acupuntura, massoterapia, aromaterapia e aulas de yoga no Espaço Cultural Cazuá , no Grajaú. Além disso, Ingryd também tem uma marca de cosméticos artesanais.
Confira mais sobre seu trabalho e sua concepção de saúde mental na reportagem de Aline Rodrigues, Evelyn Arruda e Pedro Ariel.

Da Senzala à Favela: Mulher Negra, Memórias e Re-Existência

No dia 18 de junho, acontecerá no Lago Azul, uma roda de conversa sobre o tema: “Da Senzala a Favela: Mulher Memórias e Re-Existência”, com Djamila Ribeiro. 
Esse evento faz parte do projeto “Kalunga Grande. Rios de sangue. Corpos negros jogados ao mar”. Do começo da atuação do Kalunga, já houveram outras atividades, que foram uma roda de conversa sobre “Identidade Brasileira e o Povo Negro” e vivências de dança e percussão africanas e afro-brasileiras. 

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