Mulher negra periférica resiste pela cultura

Fotos Mulheres na Luta Elas já abortaram para livrar os filhos da escravidão. Sem destino após a abolição, continuaram lutando para colocar comida em casa. Do julgo imposto ainda em território africano ao Brasil contemporâneo, as mulheres negras continuam resistindo neste canto do mundo. No último dia 25 de julho, celebrou-se o Dia da Mulher Negra Latino-AmericanaContinue lendo Mulher negra periférica resiste pela cultura

“A ditadura continua nas periferias”

O mês de abril foi marcado pelas celebrações dos 50 anos do golpe militar, que implantou no Brasil uma ditadura que se manteve por mais de duas décadas no poder. Com amplo apoio da mídia, de empresários e da classe média, o regime resultou em torturas, desaparecimentos e mortes de militantes de esquerda, indígenas e camponeses,Continue lendo “A ditadura continua nas periferias”

Chacina na Brasilândia tem silêncio da imprensa

Por Isabella Amaral, na Revista Vaidapé Madrugada da quarta-feira, 16 de abril, véspera da Páscoa. O relógio marca duas da manhã. No Jardim Elisa Maria, na Vila Brasilândia, na zona norte de São Paulo, uma chacina. Dois homens de toca, vestidos de preto, chegam a pé à Praça dos Sete Meninos, ordenam aos cinco jovens que láContinue lendo Chacina na Brasilândia tem silêncio da imprensa

A periferia, além de tudo, lutou contra a ditadura

Por Joseh Sillva, no Observatório Popular de Direitos A periferia foi e é construída por luta. Não há um posto de saúde, praça, escola, transporte, asfalto que não tenha sido erigido com união e reivindicação do povo. Há pelo menos 60 anos os periféricos ocupam espaços públicos, seja para construir casas ou sanar qualquer necessidade que favoreçaContinue lendo A periferia, além de tudo, lutou contra a ditadura

Criminalizado, imigrante vira “assunto de polícia”

Entre as 11h e 19h de domingo, uma praça no Pari (zona norte de São Paulo), se torna ponto de encontro de centenas de bolivianos. Além de apresentações culturais e uma feira com comidas típicas, o local é palco de reinvindicações sociais, como a regulamentação dos imigrantes no País. Batizada informalmente como praça Kantuta emContinue lendo Criminalizado, imigrante vira “assunto de polícia”

Imigrantes são marginalizados em São Paulo

-“Somos mal tratados na área da saúde. Pedimos, por favor, para que as pessoas que nos recepcionam sejam preparadas”. – empresário boliviano que atua no ramo da costura. -“Queria pedir uma política pública na área da educação. Milhares de jovens bolivianos que deviam estar se qualificando profissionalmente estão trabalhando em oficinas de costura”. – imigrante bolivana. -“QueroContinue lendo Imigrantes são marginalizados em São Paulo

Existe vida nas chamadas “cracolândias”

  Patrícia não é zumbi. Nem morta-viva. A adolescente de 16 anos fuma crack desde os 12, quando começou a fumar com o então namorado. Apesar de morar com a mãe e mais cinco irmãos no Parque Novo Mundo, periferia norte de São Paulo, ela passa a maior parte do tempo nas ruas com outros dependentes.Continue lendo Existe vida nas chamadas “cracolândias”

Ex-gerente de boca tira jovens do tráfico

Marcos Lopes se envolveu com o crime cedo. Aos 14 anos, foi expulso da escola por assaltar a cantina. Na mesma época, começou a agir com um estelionatário e se mudou com ele para o Rio de Janeiro. Aos 15, roubava carros. Aos 17, virou gerente de biqueira. “Foi a parte mais cruel da minha vidaContinue lendo Ex-gerente de boca tira jovens do tráfico

Periferia sofre com a criminalização das drogas

A abordagem sobre dependência química passa, inevitavelmente, pelo debate sobre a descriminalização ou mesmo a legalização das drogas. Os últimos meses foram marcados por notícias a respeito do controle do governo do Uruguai sobre a produção e venda da maconha no país e pela legalização da erva nos estados do Colorado e Washington, nos EstadosContinue lendo Periferia sofre com a criminalização das drogas

Quando o centro é a periferia da periferia

“Fugir” para o centro da cidade é uma forma encontrada por dependentes químicos para se livrar do carimbo de “nóia” que muitas vezes recebem em seus bairros de origem. “Aos poucos, as pessoas que têm uso abusivo acabam se exilando no centro porque praticam alguns furtos e são estigmatizadas na sua quebrada”, explica Bruno RamosContinue lendo Quando o centro é a periferia da periferia