Ex-gerente de boca tira jovens do tráfico

Marcos Lopes se envolveu com o crime cedo. Aos 14 anos, foi expulso da escola por assaltar a cantina. Na mesma época, começou a agir com um estelionatário e se mudou com ele para o Rio de Janeiro. Aos 15, roubava carros. Aos 17, virou gerente de biqueira. “Foi a parte mais cruel da minha vidaContinue lendo Ex-gerente de boca tira jovens do tráfico

Periferia sofre com a criminalização das drogas

A abordagem sobre dependência química passa, inevitavelmente, pelo debate sobre a descriminalização ou mesmo a legalização das drogas. Os últimos meses foram marcados por notícias a respeito do controle do governo do Uruguai sobre a produção e venda da maconha no país e pela legalização da erva nos estados do Colorado e Washington, nos EstadosContinue lendo Periferia sofre com a criminalização das drogas

Quando o centro é a periferia da periferia

“Fugir” para o centro da cidade é uma forma encontrada por dependentes químicos para se livrar do carimbo de “nóia” que muitas vezes recebem em seus bairros de origem. “Aos poucos, as pessoas que têm uso abusivo acabam se exilando no centro porque praticam alguns furtos e são estigmatizadas na sua quebrada”, explica Bruno RamosContinue lendo Quando o centro é a periferia da periferia

“Por que o senhor atirou em mim?”: vídeo com artistas periféricos antecede ato pela desmilitarização

“Por que o senhor atirou em mim?”, foi o que disse o adolescente Douglas Rodrigues, de 17 anos, ao ser atingido no peito pela bala de um policial na zona norte de São Paulo.

Índios guaranis sofrem atentado a tiro em Parelheiros

(Foto: Mariana Belmont)

Duas pessoas em cima de uma moto passaram atirando em direção aos indígenas da aldeia Tenondé Porã, que estão em processo de retomaram de terra na região

Jovem negro tem 3,7 mais chances de ser assassinado do que branco

60 mil pessoas são assassinadas por ano no Brasil e há um forte viés étnico nessas mortes, segundo o Ipea: afinal, o negro é discriminado pela condição social e pela cor da pele

Movimentos sociais pedem desmilitarização da PM

O que há em comum nas 600 mortos em maio de 2006 na Baixada Santista, 111 presos assassinados em 1992 no Carandiru e o desaparecimento de Amarildo de Souza?

Armas do crime são pistolas e revólveres nacionais, segundo estudo

68% são fabricadas pela Taurus ou Rossi, 69% são de calibre permitido e 40% têm numeração intacta – o que possibilitaria rastrear os canais de desvio de armas

No Brasil, duas a cada três vítimas de homicídios são negras

Pobre, jovem e negro: esse é o perfil comum das vítimas de homicídio no Brasil. De 2002 a 2010, foram 418.414 vítimas de violência letal – 65,1% negras.

Morte prematura de jovens custa R$ 79 bilhões por anos, segundo estudo

Mais de 53 mil pessoas são assassinadas por ano e as vítimas tornaram-se cada vez mais jovens – em sua maioria homens pardos, segundo o Ipea.