Rappers apontam o que mudou nas quebradas após duas décadas de movimento

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

Tem quem diga que o primeiro rap brasileiro foi “Deixa Isso Pra Lá”, gravado em 1964 por Jair Rodrigues. Mas o rap como fora concebido nos Estados Unidos chegou ao Brasil em meados dos anos 80, com um show dos americanos do Public Enemy inspirou uma legião de seguidores no País. Grupos de breakers da periferiaContinue lendo Rappers apontam o que mudou nas quebradas após duas décadas de movimento

“A música tá acima da idade”, diz KL Jay, sobre as diferentes gerações do rap

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

Emicida, Criolo e outros nomes são uma ruptura com o rap antigo, imortalizado por ícones como os Racionais MCs?

“Tem o Emicida, e eu sou o ‘suicida'”, diz Mano Brown

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

Piadista e galanteador, o maior nome do rap nacional cumpria uma promessa feita nos bastidores a outros convidados do show de Terra Preta.

De Mano Brown a Rincon Sapiência, gerações do rap se encontram em show ‘zica’ de Terra Preta

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

Zica, na quebrada, já deixou de ser sinônimo de azar. Pelo contrário. Zica é quem faz acontecer, é destemido, chama a atenção. E a palavra imperou no show!

Entrevista: Terra Preta fala sobre o lançamento de “Homem Figa Vol. 1”, seu primeiro álbum

Foto Aline Constantino/Divulgação

Nascido no Jabaquara e criado no Grajaú, bairros da zona Sul de São Paulo, ele quer surpreender um trabalho baseado no hip hop e R&B com influências de outros ritmos musicais.

Sobrenome Liberdade: o nascimento de mais um sarau na periferia de São Paulo

(Foto: Thiago Borges / Periferia em Movimento)

O que era pra ser “apenas” um festival se revelou uma surpresa: a criação de mais um sarau literário na periferia, somando-se a 50 outros por aí.

Sem temor, as quebradas se apropriam das novas mídias

O que explica a proliferação de lan houses no início da década em qualquer quebrada do Brasil, com acesso à internet e imensas possibilidades a R$ 2 a hora?

Literatura marginal vira tema de estudos na Argentina

“Sarau era uma prática que havia sumido há mais cem anos no meu país”, contou Lucia Tannina, durante o seminário “Estéticas das Periferias”.

Os marginais invadem o centro. Quem segura?

De um lado está o funk carioca, que toca em todo o país. Do outro estão os motoboys, que apenas em São Paulo somam 500 mil habitantes.

Quem são os intelectuais das periferias?

“Agora que falamos por nós, o que os intelectuais vão fazer? Que comam brioches”.