Índios guaranis sofrem atentado a tiro em Parelheiros

(Foto: Mariana Belmont)

Duas pessoas em cima de uma moto passaram atirando em direção aos indígenas da aldeia Tenondé Porã, que estão em processo de retomaram de terra na região

Jovem negro tem 3,7 mais chances de ser assassinado do que branco

60 mil pessoas são assassinadas por ano no Brasil e há um forte viés étnico nessas mortes, segundo o Ipea: afinal, o negro é discriminado pela condição social e pela cor da pele

Movimentos sociais pedem desmilitarização da PM

O que há em comum nas 600 mortos em maio de 2006 na Baixada Santista, 111 presos assassinados em 1992 no Carandiru e o desaparecimento de Amarildo de Souza?

“Estéticas das Periferias”: espaço permanente de difusão da arte periférica

As atrações da edição de 2013 foram organizadas a partir de quatro eixos: Direito à Cidade; Culturas Negras; Cultura de Paz e Produção e Difusão da Cultura de Periferia.

Reportagem coletiva: Indígenas guaranis noticiam o que acontece na aldeia Tenondé Porã

Durante a oficina de jornalismo realizada pelo Periferia em Movimento, moradores da aldeia Tenondé Porã entrevistaram outros guaranis sobre a vida na comunidade.

Indígenas guaranis convocam manifestação em São Paulo

(Foto: Mariana Belmont)

Propostas inconstitucionais, como as PECs 215 e 227 e outras, ameaçam os povos indígenas que resistem à perseguição latifundiária.

A Batalha do Passinho e os espaços consquistados pelo funk

A Batalha do Passinho é uma manifestação recente que surgiu nos morros do Rio de Janeiro e, agora, encontra seguidores também em São Paulo.

Pingo de Fortaleza e o desafio de disseminar a arte da “periferia da periferia”

Para o artista cearense, arte de seu estado ainda é de difícil acesso tanto para seus conterrâneos, quanto para eixo Rio-SP.

Futebol e periferia: entre a alienação, identidade e luta social

Na periferia de São Paulo, com forte da várzea, moradores levantam um questionamento: é possível tornar o futebol um elemento de luta social?

“Caminhamos para a antropofagia brasileira”, diz Wesley Noóg

Foto Divulgação

“É diferente da Semana de 22 , em que faziam antropofagia europeia, americana. Nós estamos fazendo a antropofagia de nós mesmos.”